quinta-feira, 28 de abril de 2011

Inpiração Juvenil E a Sogra? 28/04/011

28 de abril quinta


E a Sogra?


Onde a senhora for, eu irei; e onde morar, eu também morarei. O seu povo será o meu povo, e o seu Deus será o meu Deus. Rute 1:16

Todo mundo gosta de uma piadinha de sogra; às vezes, até as sogras gostam! O engraçado é que, se tudo ocorrer dentro de uma normalidade, todas as mulheres um dia serão sogras. Assim, como podem falar mal de uma sogra?

As brincadeiras vão além. As placas de caminhão trazem muitas frases populares. Um dia desses, viajando, tive que rir sozinho. Minha esposa e meus filhos estavam dormindo e fiquei atrás de um caminhão, cujo letreiro dizia assim: “Sogra não é parente, é castigo!” Tive que ficar ali rindo sozinho. O interessante da história é que eu estava voltando da casa da sogra, onde havia passado uns dez dias. Ri sozinho.

Da minha sogra, eu não posso reclamar. Ela me deixa ficar na casa dela, lava minha roupa e faz a comida que eu peço. Esse mito de sogra chata é mais antigo que qualquer coisa. Mas acho que muitas vezes elas recebem essa marca injustamente.

Achei até interessante saber que a sogra tem um dia, você sabia? É hoje, 28 de abril. Por isso, pode comemorar: a sogra é toda sua! A sogra é tão querida que um dos doces mais populares do Brasil é o “olho de sogra”. Então, o que você está esperando? Vá dar os parabéns para a primeira sogra que encontrar. Provavelmente não será a sua, pois você é muito novo para ter sogra. Mas pode alegrar a vida de outras sogras!

Na Bíblia, há a história de uma sogra que era tão cristã e boa que a nora quis ficar com ela, mesmo depois que o marido morreu. Rute declarou para Noemi, sua sogra: “Onde a senhora for, eu irei; e onde morar, eu também morarei. O seu povo será o meu povo, e o seu Deus será o meu Deus” (Rute 1:16).

Aqui a gente percebe: se a sogra é querida e cristã, todo mundo gosta dela e a defende, mas se não... Deseje um bom dia da sogra para alguma que você conhece. Que tal levar uns docinhos para ela hoje?

Meditação da Mulher- Deus Suprirá Todas as Suas Necessidades 28/04/011

28 de abril quinta


Deus Suprirá Todas as Suas Necessidades


Tudo posso nAquele que me fortalece. Filipenses 4:13

Estavam planejando uma grande festa pela aposentadoria de um bom amigo meu. Russ havia trabalhado por muito tempo e merecia jubilar-se. Ele é um homem talentoso, que toca teclado e acordeão. Está sempre disposto a ajudar a igreja com o seu talento. Eu queria arranjar algo especial para Russ, e decidi fazer um cobertor de dupla face.

Fui às compras em busca do melhor tecido e encontrei um maravilhoso que tinha a estampa de uma bela cena ao ar livre, com fundo branco. Agora eu precisava do tecido para o outro lado; queria encontrar algo que tivesse relação com música. Certa vez, eu havia encontrado um com notas musicais pretas sobre fundo branco. Comecei a procurar em todas as lojas que vendiam o tecido apropriado. Não encontrei nada. Uma delas telefonou para três das suas lojas a fim de ver se tinham o tecido, mas foi inútil.

Fiquei desapontada. Fui a uma cidade próxima, porém não vendiam o que eu queria. Fui a Greenville, outra cidade, e encontrei tecido com notas musicais, mas tinha o fundo marrom claro com notas pretas. Comprei dois metros, para ter algum material.

O dia da grande festa se aproximava, e eu estava a ponto de desistir e fazer o cobertor com o marrom claro, embora não gostasse da combinação dos dois tecidos.

Encontrava-me na casa de uma boa amiga que iria ao consultório médico para fazer um checkup. Ela disse: “Quando terminar, vou passar pela loja Fields, na Rua 44, para ver se encontro o seu tecido.” Mais tarde, naquele dia, ela telefonou da loja e disse que eles tinham um tecido que era preto e branco, com estampa de teclados.

Helen pediu o tecido e, quando o rolo foi levado ao balcão, restavam exatamente dois metros. Eu já sabia que Deus supre todas as nossas necessidades, mas tive mais uma evidência. Deus guardou exatamente a metragem de que eu precisava.

O Senhor não é maravilhoso? Ele Se importa com todos os aspectos da nossa vida porque nos ama muito. O que tem Deus feito por você ultimamente? Você tem louvado o Seu nome por isso?

Anne Elaine Nelson

Meditação Diárea- Esperança Como Âncora- 28/04/011

28 de abrilQuinta


Esperança Como Âncora


Temos esta esperança como âncora da alma, firme e segura. Hebreus 6:19

Para os cristãos, a âncora era um símbolo importante. Um símbolo de estabilidade e segurança. Nos corredores das catacumbas, três símbolos eram vistos pintados nas paredes: a pomba, como símbolo do Espírito Santo, o peixe (ICHTHUS, as iniciais de “Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador”), e a âncora, símbolo da esperança. A ideia que transparece é a de que, como cristãos, vamos enfrentar problemas e tempestades na vida.

Marinheiros e navegantes sempre lembravam uns aos outros antes de se lançarem ao mar: “Não saia do porto sem levar uma âncora.”

A vida cristã se assemelha em muito a um barco no meio do mar. Nela enfrentamos períodos de bonança e tranquilidade. Enfrentamos tempestades grandes e pequenas.

Às vezes, somos tomados de surpresa com uma crise após outra, uma tempestade após outra: é a perda do emprego, problema de saúde na família, desentendimento com os filhos, conflitos com o cônjuge ou a hostilidade no ambiente de trabalho. Você descobre que está à deriva.

John Maxwell, autor de vários livros na área de liderança cristã, escreveu:

“A esperança brilha mais quando a hora é mais escura. A esperança motiva quando o desânimo aparece. [...] A esperança canta quando todas as melodias silenciaram. [...] A esperança escuta respostas quando ninguém está falando. A esperança supera os obstáculos quando ninguém está ajudando. A esperança enfrenta dificuldades quando ninguém está se preocupando. A esperança sorri confiantemente quando ninguém está sorrindo. A esperança tem as respostas quando ninguém está perguntando. [...] A esperança ousa dar quando ninguém está repartindo. A esperança traz a vitória quando todos estão perdendo.”

Edward Mote, autor da letra do hino “Minha Esperança”, mostra como entendia a esperança como âncora em meio às tribulações. Uma das estrofes diz: “Se não Lhe posso a face ver, eu mesmo assim não vou temer, / Em cada transe a suportar, vou sempre nEle confiar” (Hinário Adventista, nº 253).

Onde está ancorada sua fé? No meio da tormenta, quando ondas gigantes se levantam contra seu pequeno barco, onde ancorar? Por que não lançar sua âncora nas firmes promessas da Palavra de Deus, na riqueza de Sua graça, de Seu cuidado e amor?

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Inspiração Juvenil - Você Gosta de Andar na Moda? 27/04/011


Você Gosta de Andar na Moda?


Moisés disse ao povo: – Vocês são filhos do Senhor, nosso Deus. Portanto, quando chorarem a morte de alguém, não se cortem, nem rapem a cabeça, como os outros povos fazem. Pois vocês são o povo escolhido pelo Senhor, nosso Deus; entre todos os povos da Terra Ele os escolheu para serem somente dEle. Deuteronômio 14:1, 2

Recentemente, as páginas da imprensa noticiaram a história de uma garota belga chamada Kimberley Vlamink, que acusou um tatuador de ter tatuado 56 estrelas em seu rosto enquanto ela estava dormindo. Essa história foi muito comentada na internet. Quando o pai dela viu, como a própria garota disse, ficou furioso. Para “limpar sua barra”, inventou que havia pedido ao tatuador que fizesse somente três estrelas, mas ele não entendeu, por ser estrangeiro, e tatuou 56. Depois de muita polêmica, a garota confessou que mentiu. Ela havia pedido mesmo que ele tatuasse 56 estrelas. Mas, porque ficou com medo do pai, inventou aquela história.

Tem muita gente que gosta de ir “na onda da moda” e muitas vezes não sabe nem por quê. Uns, porque querem imitar os outros, e outros porque querem dizer que são eles que mandam na própria vida. Mas o que se tem visto por aí é muita gente arrependida por ter feito tatuagens. A tatuagem é feita perfurando a pele com pequenos e profundos furos que são preenchidos com uma substância corante. Nos Estados Unidos, cerca de 70% dos tatuados se arrependem alguns anos depois. Há cálculos de que 30% das tatuagens removidas são de adolescentes que não querem mais o nome do ex-namorado(a) no corpo. A remoção da tatuagem é feita com laser, por meio de cirurgia e outros métodos dolorosos e caros.

Tatuagem não é coisa moderna. Adoradores pagãos, como os egípcios, tatuavam nomes ou símbolos de suas divindades no peito e nos braços. Portanto, a tatuagem é de origem pagã. Deus disse aos israelitas que eles não deviam cortar a pele porque eles eram o povo escolhido de Deus. Os pés, as mãos e a cabeça de Jesus foram perfurados por malfeitores, e essa é mais uma prova de que Deus não aprova violência contra o corpo, que é o “templo do Espírito Santo” (1 Coríntios 6:19). Deus ama as pessoas tatuadas, assim como a todos nós, pecadores. Mas Deus odeia o pecado. Procurar ter um corpo saudável é manifestação de adoração ao Criador. Não vamos alterar o que Ele fez. Afinal, o original sempre vale mais!

Meditação da Mulher- O Último Desjejum 27/04/011

27 de abril quarta


O Último Desjejum


Jesus lhes disse: “Venham comer”. João 21:12, NVI

Na época, eu não sabia que seria o último desjejum que tomaríamos juntos. Meus pais, minha irmã, sua companheira de quarto, Cheryl, o irmão dela – meu melhor amigo, Mark – e eu fomos a Yosemite para passar lá alguns dias antes do Natal. Foi um longo percurso a partir de nossa casa, no sul da Califórnia. Viajei de modo relutante. Minha ideia de alguns dias fora da escola era escarrapachar-me no sofá, na frente da televisão, com um saco de salgadinhos, e não andar contornando montanhas até enjoar de ficar dentro de um carro.

A única coisa que permanece em minha lembrança a respeito daquela viagem foi o último dia e minhas fúteis tentativas de fazer um boneco de neve. Eu ainda estava trabalhando nele quando chegou a hora de partir, e Mark resolveu o problema calmamente, cortando a cabeça de um boneco de neve abandonado e colocando-a sobre o meu! Não paramos para o desjejum até por volta das 10h. Não sei se foi o friozinho do tempo ou o prazer da companhia, mas aquela permanece como uma das melhores refeições da minha vida.

Três meses depois, Mark estava morto, e as últimas fotos que eu tinha dele eram aquelas em Yosemite. Isso aconteceu há muitos anos. Meu pai e irmã também já se foram. Cheryl casou-se e se mudou para a costa leste. Só minha mãe e eu continuamos na Califórnia.

Lembrar-me daquele último desjejum que tomamos juntos me faz pensar em Jesus e a Última Ceia. Teriam os discípulos percebido que aquele era um momento especial, seu último momento juntos, como grupo? Teriam agido de maneira diferente se soubessem? Teriam valorizado seu tempo juntos e saboreado cada instante?

Muitas pessoas sabem algo a respeito da Última Ceia, mas se esquecem de que Jesus e Seus discípulos também tiveram um último desjejum. Após a ressurreição e antes de ascender ao Céu, Ele preparou um desjejum na praia, para Seus amigos. Imagine tomar uma refeição preparada pelas mãos do Mestre!

Meu último desjejum com Mark e minha família me deu uma alegre lembrança que durou por muito mais tempo do que o meu pesar pela morte dele.

Meditação Diária-Declarado Inocente 27/04/011

27 de abrilQuarta


Declarado Inocente


Quem ousará levantar acusação contra nós, que fomos escolhidos por Deus? O próprio Deus nos declarou livres do pecado. Romanos 8:33, Phillips

Acusar é uma das especialidades de Satanás. Depois de nos prender, enganar e seduzir, ele nos acusa. E depois, num misto de engodo e traição, as palavras que ele usa são: “Ninguém vai saber.” Porém, quando erramos, ele fica trazendo sempre à mente lembranças do nosso fracasso.

Diante da acusação, qual é a nossa reação? Primeiro experimentamos uma sensação de que estamos sujos, impuros, e não vamos ser perdoados. Depois vem a dúvida: “Será que Deus ainda me ama? Será que Ele vai me dar mais uma chance?” E, finalmente, um senso de desânimo, já que todas essas coisas abalaram meu sentimento de certeza na salvação que Deus quer me dar.

Como posso saber se a voz falando à minha consciência é a voz do Espírito Santo ou a voz do inimigo? A diferença está no propósito e no resultado esperado. O Espírito Santo procura nos convencer e ao mesmo tempo nos mostra a saída para o problema, lembrando-nos da promessa de Jesus: “Aquele que vem a Mim, de maneira nenhuma o lançarei fora.”

Uma das melhores ilustrações de acusação feita por Satanás é encontrada contra Josué, o sumo sacerdote:

“Então o anjo do Senhor me mostrou Josué, o sumo sacerdote, em pé diante do anjo do Senhor. Satanás estava ali, do lado direito do anjo, acusando Josué de muitas coisas. E o Senhor disse para Satanás: ‘Eu, o Senhor, rejeito suas acusações, Satanás. Sim, o Senhor que escolheu Jerusalém te repreende...’ As vestes de Josué estavam sujas, ao estar ali diante do anjo. Assim o anjo disse: ‘Tirem suas vestes sujas.’ E voltando-se para Josué disse: ‘Eu tirei seus pecados e agora vou lhe dar estas novas vestes finas’” (Zc 3:1-4, A Bíblia Viva).

Essas vestes novas representavam sua justificação. Josué, por si mesmo, não podia limpar seus próprios pecados. Ele não estava em condições de se defender. Alguém teria que fazê-lo por ele.

A promessa de Deus é muito reconfortante: “Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1Jo 2:1).

“Pois Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dEle” (Jo 3:17).

“Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1, ARA).

2º Trimestre Lição Jovens Vestes sacerdotais da graça 28/04/011

Quinta, 28 de abril
Aplicação

Hipotermia espiritual


Uma empresa de roupas de montanhismo indica três elementos indispensáveis para os montanhistas: (1) uma segunda pele na primeira camada de roupa, mais fina, diretamente em contato com a pele, com a função de retirar o suor do corpo para que este não se congele, causando hipotermia; (2) uma aconchegante camada do meio para reter o calor; e (3) resistência ao vento, repelir a umidade externa e permitir a transpiração é a função da terceira camada. Comparemos a seguir alguns privilégios espirituais com a função de cada uma das três camadas de roupas próprias para baixas temperaturas.

Segunda pele – a camada mais íntima. Quando observamos viajantes espirituais ensopados de suor, trabalhando sob pesados fardos, podemos lhes apresentar um Deus que nos veste com Sua especial “segunda pele”, que tem a função de remover a desconfortável sensação pegajosa de suor e os riscos fatais de acabarmos congelados por nossos pecados (Sl 103:1-12). Além disso, podemos repartir as boas-novas de que Deus oferece essa amizade íntima para Se unir pessoalmente a cada um de nós ao prosseguirmos adiante e para o alto em nossa jornada espiritual diária (Mt 11:28-30; Gl 5:1).

Calor – a camada do meio. Ao encontrarmos viajantes desanimados, podemos aquecer seu estado de espírito congelado lhe oferecendo nosso companheirismo. Podemos repartir um calor ainda maior lhe apresentando a Cristo, o Companheiro constante (2Co 13:14; 1Jo 1:1-4).

Resistência – a protetora camada exterior. Da mesma forma como prestamos atenção aos viajantes experientes já castigados pelo tempo, podemos refletir o amor de Deus que tem o poder de prevenir e curar os danos do pecado. Podemos indicar Seu amor como a mais valiosa de todas as coberturas protetoras (1Pe 4:8).

Assim como as rajadas geladas e as nevascas das provações causadas pelo inimigo têm o objetivo de congelar o amor em todos os corações humanos, nós podemos, com a ajuda de Deus, combater o terrível mau tempo usando e compartilhando as vestes espirituais apropriadas.

Mãos à Bíblia

5. Leia Hebreus 4:14 e 15. Que esperança esses dois versos trazem a sua vida e a sua luta contra a tentação?

Por Cristo habitar hoje, como nosso sacerdote, no santuário celestial, Ele também usa o peitoral em Seu coração. Ele vive “sempre para interceder” (Hb 7:25). É tocado pelos nossos problemas, dores e tentações.

6. Que promessas há para nós em Hebreus 8:10-13? Como essas promessas deveriam se manifestar em nossa vida?

Ao sermos cobertos com as vestes de justiça, podemos praticar essa justiça em nossa própria vida. Isso é o coração e a alma da Nova Aliança.

2º Trimestre Lição Jovens Vestes sacerdotais da graça 27/04/011

Quarta, 27 de abril
Evidência

Cristo, nosso exemplo


Frequentemente quando estamos enfrentando tempos difíceis e tentação, é fácil cair no sentimento de que ninguém jamais esteve na “nossa pele”. Hebreus 4:15 diz que Jesus “passou por todo tipo de tentação – porém, sem pecado”. Quando temos sentimentos de desespero e solidão, podemos nos lembrar de que temos um Advogado que já esteve lá e está desejoso de percorrer o caminho conosco.

Algumas vezes é fácil permitir que nosso orgulho se intrometa no caminho. A natureza humana não gosta de pedir ajuda. Precisamos correr para nosso compassivo Pai Celestial e deixar que Ele coloque Seus amorosos braços sobre nós e nos guie quando estivermos em tentação.

Um dia eu estava realmente desencorajada. Nada parecia dar certo. Eu tinha um exame de inglês difícil esgotando meus pensamentos, e eu não tinha ideia de onde poderia encontrar ajuda. Mas uma amiga mencionou que, quando ela esteve na mesma situação, ela também ficou preocupada com o teste. Ela compartilhou comigo que Deus lhe deu força para se preparar, e Ele a ajudou a passar. Ela ainda me deu algumas dicas que ajudaram a acalmar algumas das minhas inquietações. Isso ilustra nosso texto para hoje. Jesus esteve na mesma situação que estamos enfrentando, e Ele é capaz de oferecer encorajamento.

O músico contemporâneo cristão Steve Green tem um hino sobre o legado que deixamos para aqueles que nos seguem: “Que aqueles que vêm após nós nos encontrem fiéis, que o fogo da nossa devoção iluminar o caminho deles.” Como cristãos, estamos deixando um legado para aqueles que nos cercam. Assim como Cristo deixou um legado, abrindo um caminho para nós, que sejamos uma luz aos outros.

Hebreus 12:2 diz que a única forma de terminar a corrida da vida e receber a coroa da justiça sobre nossas cabeças é fixar nossos olhos em Jesus. Ele é o único que pode nos dar a força, a graça e a misericórdia do perdão para correr e terminar a corrida.

Mãos à Bíblia

De todos os ornamentos usados pelos sacerdotes, o mais elaborado era o peitoral do juízo (Êx 28:15), vestido pelo sumo sacerdote.

4. Qual é o significado das pedras diferentes no peitoral? O que significa o fato de que o sacerdote deveria levar “os nomes dos filhos de Israel... sobre seu coração” (v. 29)? Êx 28:15-30; Ap 21:12-14

O sacerdote levava os nomes de Israel, representando o povo e sua dependência de Deus em todos os sentidos: do material ao espiritual.

2º Trimestre Lição Adultos Vestes sacerdotais da graça 27/04/011

Quarta


O peitoral do juízo


De todos os ornamentos usados pelos sacerdotes, o mais elaborado e intrincado deveria ser o peitoral do juízo (Êx 28:15), usado pelo sumo sacerdote. As outras vestes eram como um pano de fundo para essa parte sagrada do traje sacerdotal. Para descrever a fabricação desse ornamento sagrado, é gasto cerca de um terço do capítulo (Êx 28:15-30). Isso deve mostrar um pouco da sua importância e centralidade para o ministério dos sacerdotes no santuário.

4. Qual é o significado das pedras diferentes? O que significa o fato de que o sacerdote devia levar “os nomes dos filhos de Israel... sobre o seu coração” (v. 29)? Êx 28:15-30; Ap 21:12-14


Aqui, de forma única, vemos novamente o tema do sacerdote, símbolo de Jesus, levando Seu povo. A palavra hebraica para “levar”, é muito usada no Antigo Testamento para se referir ao ato de levar o pecado, algo que os sacerdotes fariam como parte de seu ministério (Lv 10:17; Êx 28:38, Nm 18:1, 22). Agora, porém, é usada no contexto do sacerdote “levando” os nomes de Israel. Embora o contexto imediato seja um pouco diferente, a ideia ainda está ali: o povo de Deus deve ser totalmente dependente do Senhor, que lhes perdoa, sustenta, e que lhes oferece o poder de viver a vida santa que Ele exige de Seu povo (Fp 4:13).

Observe, também, onde o sacerdote leva os nomes das pessoas. No seu coração. O texto menciona especificamente esse local, símbolo comum na Bíblia (e em muitas culturas), que revela o amor e o carinho que o Senhor dedica a Seus filhos.

Outro ponto importante é que cada tribo tinha uma pedra preciosa diferente, cada uma com qualidades diferentes, para simbolizar o caráter distintivo de cada tribo (veja Gn 49). Os comentaristas têm visto esse ponto como uma forma de apontar as diferenças e traços característicos, não apenas nas doze tribos, nem nos doze apóstolos (Ap 21:14), mas da igreja como um todo, que é feita de várias “pedras que vivem” (1Pe 2:5). Não importando o quanto todos nós sejamos diferentes em personalidade, caráter e dons, devemos ainda ser unidos em propósito, sob a graça e soberania de nosso grande Sumo Sacerdote, Jesus.

De que maneiras você tem, pessoalmente, experimentado o amor de Deus? Como Ele tem mostrado que você está perto de Seu coração? Por que é importante refletir sobre essas experiências, e como você pode extrair força delas, especialmente em momentos de aflição?

2º Trimestre Lição Adultos - As vestes sacerdotais da graça- 28/04/011

Quinta

Jesus, nosso Sumo sacerdote


Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os Céus, conservemos firmes a nossa confissão. Porque não temos Sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi Ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado” (Hb 4:14, 15).

5. Que esperança e promessa esses dois versos trazem à sua própria vida e à sua luta contra a tentação?


Visto que Cristo habita hoje, como nosso Sacerdote, no santuário celestial, em certo sentido, Ele também usa o peitoral em Seu coração. E porque Ele vive “sempre para interceder” (Hb 7:25) por nós, deveríamos encontrar conforto no conhecimento de que nosso Sumo sacerdote é tocado com o sentimento de nossos problemas, dores e tentações. Como Arão, Jesus foi um ser humano que conheceu as provações, tribulações e tentações de toda a humanidade. Ao contrário de Arão, porém, Jesus foi “sem pecado”, uma distinção crucial, pois de Sua pureza podemos clamar duas promessas maravilhosas: (1) o manto de Sua justiça pode ser nosso pela fé, e assim sabemos que estamos perfeitos diante de Deus; (2) podemos ter o poder para vencer a tentação, assim como Jesus teve.

6. Que promessas há para nós em Hebreus 8:10-13, e como essas promessas deveriam se manifestar em nossa vida?


Podemos ver aqui dois aspectos do que significa ter a salvação em Cristo, e ser coberto na Sua justiça. Quão maravilhosa é esta promessa do Senhor: “Pois, para com as suas iniquidades, usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais Me lembrarei” (v. 12). Ele está falando sobre aqueles que, pela fé, se renderam a Jesus e têm reclamado Suas promessas da nova aliança, aqueles que têm Sua lei escrita no coração e assim obedecem a ela, não para alcançar a salvação, mas porque já a alcançaram. Cobertos com as vestes de Sua justiça, eles passam a praticar essa justiça em sua própria vida. Isso é o coração e a alma da Nova Aliança

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Inspiração Juvenil - Você é Cheio de Boas Intenções? 25/04/011

segunda 25 de abril


Você é Cheio de Boas Intenções?


Desse modo, vocês poderão viver como o Senhor quer e fazer sempre o que agrada a Ele. Vocês vão fazer todo tipo de boas ações e também vão conhecer a Deus cada vez mais. Colossenses 1:10

Ter boas intenções é muito importante na vida. Sem boas intenções, o mundo seria muito pior do que já é, pode acreditar nisso. Por outro lado, só boas intenções não são suficientes para termos um mundo melhor. A intenção de fazer o bem não é o bem. A intenção de acertar não é acerto. Entrar em um campeonato com a intenção de ganhá-lo é o primeiro passo para a vitória, mas nunca será suficiente.

Percebi isso cedo em minha vida, quando minhas intenções eram malcompreendidas ou ainda insuficientes para resolver problemas. Entendi que não adianta aparentar ser bom; é necessário ser realmente bom. Certa vez, li uma frase que diz assim: “Existem homens bons em todos os lugares, só gostaria que eles falassem mais alto.”

Acho que é mais ou menos isso mesmo. Posicionamento, princípios, valores éticos, fé e ação. Tudo isso é importante e, eu diria, até fundamental em nossos dias. Houve um momento em minha adolescência em que percebi que colar, ou passar cola, é um grande erro. Mas confesso que, entre a intenção de parar e o parar propriamente dito, houve uns dois meses. Não adianta querer ser correto, tem que ser. E vou logo dizendo para você: não é nada fácil. Viver certo em um mundo errado não é tarefa fácil, mas sempre é possível.

Mesmo com boas intenções, é possível fazert coisas ruins. Por exemplo: querer que um amigo seja mais solto, mais alegre, mais extrovertido e, para isso, você o ridiculariza no meio de amigos. A intenção é boa, mas o jeito é totalmente errado.

Deus espera muito mais de você e de mim. Ele não quer que tenhamos apenas boas intenções em relação aos outros. Ele quer que façamos diferença na vida de Seus filhos. O mais interessante de tudo é que, todos os dias, temos dezenas de oportunidades de fazer a diferença na vida de muita gente. Espero que você não seja desses que carregam excelentes boas intenções por toda a vida, mas nunca fazem nada por alguém.

Amigo, voe baixo hoje, seja um gênio das ações certas. Aja, mude, busque, viva! Tenha as boas intenções; porém, muito mais que isso. Acho que você já entendeu: de boas intenções a lata do lixo está cheia! Boas ações para você ao lado de Jesus, o Mestre das boas ações!

Meditação da Mulher- 25/04/011

25 de abril segunda


Ele Sabe Meu Nome


Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve. Mateus 11:28-30

Acho interessante quando ando pela rua ou pela vizinhança e pessoas que não conheço se dirigem a mim dizendo meu nome. Um desses incidentes resultou numa reação incomum.

Eu trabalhava na frente da minha casa e tinha acabado de jogar um refugo na cesta do lixo quando um membro da família que acabara de se mudar para o outro lado da rua se dirigiu a mim pelo meu nome. Eu já a havia cumprimentado antes, mas ainda não a conhecia propriamente. Foi um choque e uma surpresa, mas não comentei nada.

Algum tempo depois, passei na rua por ela e outra senhora da família, e as duas mais uma vez me cumprimentaram pelo nome. Desta vez, porém, foi com uma expressão e um sentimento diferente, o que me fez sorrir e me alegrou o coração. Posteriormente, ao pensar sobre esse incidente, comparei-o com nosso relacionamento com Jesus, e me vieram à mente as palavras: “Ele sabe meu nome.”

Com muita frequência, ocupamo-nos tanto com nossos pensamentos, fardos e cuidados, que negligenciamos as coisas simples da vida, como cumprimentar os vizinhos. Algumas poucas palavras – ou mesmo uma palavra ou um sorriso – podem fazer a diferença.

Jesus sabe nosso nome e tem conhecimento de onde estamos e quais são nossas necessidades. No texto de hoje, Ele diz: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve.”

Caminhará você pela vereda de Jesus hoje? Se falar com um vizinho, estará falando com Jesus; se alegrar uma amiga hoje, estará alegrando a Jesus; se suprir a necessidade de alguém que tem fome e sede, estará alimentando Jesus e nEle tocando. E quando nEle tocamos, somos abençoadas. O Espírito Santo pode ajudar-nos a levar em consideração aqueles que nos rodeiam e a suprir as necessidades de outros; e isso, por sua vez, nos suprirá as necessidades também. Não deseja você tocar em Jesus hoje?

Elizabeth Ida Cain

Meditação Diária- Deus do Nosso Lado 25/04/011

25 de abrilSegunda


Deus do Nosso Lado


Se Deus é por nós, quem será contra nós? Romanos 8:31

Quando lemos o capítulo 8 de Romanos, parece que até ali, naquele momento, Paulo estava sentado falando para um grupo de alunos. Então, ele se colocou em pé, como se tivesse alguma coisa muito importante para falar. E começou: “Em vista de tudo isso que vocês escutaram, o que nos resta dizer?”

E, segundo John Stott, lançou para o ar a primeira das “cinco perguntas irrespondíveis” e o primeiro verso do que alguns chamam de cântico triunfal do cristão.

Com sua facilidade de expressão, Paulo começou lançando um desafio: “Se Deus é por nós, quem vai prevalecer contra nós?” Ele usa uma cláusula condicional. O que significa o “se”, na frase de Paulo? Estaria ele dizendo: “Olha, eu não estou bem certo de que Deus vai estar conosco”? Estaria ele dizendo: “Eu não estou bem certo de que Deus está do nosso lado”, ou ele estava declarando que, “baseado naquilo que conheço de Deus e do Seu grande amor por nós, o Senhor é por nós”?

Se você substituir a palavra “se” e deixar a expressão “já que Deus é por nós”, terá a noção exata do que Paulo quis transmitir.

A intenção de Paulo não foi fazer uma bonita declaração, mas colocar algumas respostas em nossos lábios e criar certeza dentro de nós. Se Deus é por nós, Ele vai estar conosco nos momentos de ansiedade e preocupação.

O inimigo vai colocar tropeços no caminho, dúvidas e tentações em nossa mente. Pode querer arruinar nossa família, perturbar a vida dos nossos filhos e nos desanimar, mas não devemos temer. Pode haver enfermidades, desapontamentos e circunstâncias difíceis.

Podemos pensar: “Deus tem tanta coisa para cuidar, será que Ele vai Se importar comigo? Será que Ele vai ter tempo para mim?” Como reagimos quando coisas ruins acontecem conosco?

Pedro também disse: “Lancem sobre Ele toda a sua ansiedade” (1Pe 5:7). Não é você ficar com as pequeninas ansiedades e entregar as grandes a Deus. Não é escolher aquelas com as quais Deus vai lidar e aquelas que ficarão sob seu cuidado. Todas as coisas que podem ser contra nós não serão problema para Deus enfrentar.

“O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei temor? O Senhor é o meu forte refúgio; de quem terei medo? [...] Ainda que um exército se acampe contra mim, meu coração não temerá; ainda que se declare guerra contra mim, mesmo assim estarei confiante” (Sl 27:1, 3).

2º Trimestre Lição Jovens Vestes sacerdotais da graça 26/04/011

erça, 26 de abril
Testemunho

Roupa apropriada


“A Moisés, perante a sarça ardente, foi determinado que tirasse as sandálias, porque a terra em que estava era santa. Semelhantemente, os sacerdotes não deveriam entrar no santuário com sapatos nos pés. Partículas de pó que a eles se apegavam, profanariam o lugar santo. Deviam deixar os sapatos no pátio, antes de entrarem no santuário, e também lavar tanto as mãos como os pés, antes de ministrarem no tabernáculo, ou no altar dos holocaustos. Desta maneira ensinava-se constantemente a lição de que toda a contaminação deveria ser removida daqueles que se aproximavam da presença de Deus” (Patriarcas e Profetas, p. 350).

“Foi dado à igreja ‘que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante’ (Ap 19:8). O linho fino, diz a Escritura, ‘é a justiça dos santos’ (Ef 5:27). A justiça de Cristo e Seu caráter imaculado, é, pela fé, comunicada a todos os que O aceitam como Salvador pessoal. [...]

“Isto fizeram os transgressores da lei de Deus desde o dia em que Adão e Eva desobedeceram. Coseram folhas de figueira para cobrir a nudez causada pela transgressão. Cobriram-se com vestidos de sua própria feitura; por suas próprias obras procuraram encobrir os pecados e se tornarem aceitáveis a Deus.

“Isso jamais pode ser feito, porém. O homem nada pode idear para suprir as perdidas vestes de inocência. Nenhuma vestimenta de folhas de figueira, nenhum traje mundano pode ser usado por quem se assentar com Cristo e os anjos na ceia das bodas do Cordeiro.
“Somente as vestes que Cristo proveu podem nos habilitar a aparecer na presença de Deus. Essas vestes de Sua própria justiça Cristo dará a todos os que se arrependerem e crerem. [...]

“Esse vestido fiado nos teares do Céu não tem um fio de origem humana. Em Sua humanidade, Cristo formou caráter perfeito e nos oferece esse caráter” (Parábolas de Jesus, p. 310, 311).

Mãos à Bíblia

“São estas as vestes que farão: um peitoral, um colete sacerdotal, um manto, uma túnica bordada, um turbante e um cinturão. Para que o sacerdote Arão e seus filhos me sirvam como sacerdotes, eles farão essas vestes sagradas” (Êx 28:4).

3. Que lições espirituais podemos encontrar em Êxodo 28, na descrição da roupa que deveria ser feita para Arão, o sumo sacerdote, e para os sacerdotes em geral?

As cerimônias do santuário e as vestes dos sacerdotes, cheias de simbolismo, representavam o caráter e a obra de Jesus em nosso favor.

2º Trimestre Lição Jovens Vestes sacerdotais da graça 25/04/011

Segunda, 25 de abril
Exposição

Planos para os sacerdotes atuais


Pequenos detalhes (Êx 28). Em Êxodo 28 Deus explica como cada sacerdote deveria se vestir para seu trabalho. Deus Se importa com os detalhes? Sim! Sendo que Deus Se importa com os detalhes das vestes sacerdotais, você acredita que Ele Se importa com você?
Deus tem um plano para sua vida – um plano detalhado. É muito triste que mais pessoas não separem tempo para perguntar a Deus sobre os planos dEle para sua vida.

Todo mundo está fazendo (Êx 28; 32:1-6; Lv 21:7-24; 22:1-8; 2Co 5:17). Existe um ditado popular que diz, “Quando o gato sai, os ratos fazem a festa”. Foi exatamente isso que aconteceu com o povo de Israel. Moisés saiu do acampamento para se encontrar com Deus, e, quando ele ficou fora por um longo tempo, o povo começou a reclamar e a pressionar Arão a fazer para eles um outro deus. O que Arão fez? Talvez ele tenha desejado ser aceito pelo povo. Talvez ele não quisesse ser diferente. De qualquer forma, ele fez para eles um bezerro de ouro. Então, anunciou que no dia seguinte haveria uma festa para o Senhor. Ele misturou a religião do Egito com a verdadeira religião de Deus e colocou uma etiqueta no resultado, indicando “Deus do Céu”.

Muitos de nós temos o mesmo clamor, “Dê-nos uma religião como a de todo mundo.” Misturamos as coisas profanas com as sagradas e rotulamos o resultado como “cristão”, então consideramos isso bom. Achamos que as pessoas irão gostar mais de nós desse jeito. Acreditamos que vamos nos encaixar melhor dessa maneira. Mas nos padrões de quem?

Imagine que você acabou de ser contratado como um iniciante num admirado time popular de vôlei. É a oportunidade da sua vida! Que uniforme você vai usar? Você poderia usar o uniforme de outro time, mas desde que você assinou um contrato com um time específico, aquele time espera que você se vista como eles. Muitos dos textos bíblicos dão orientações específicas de como um sacerdote deveria se vestir e agir. Muitas vezes nós tentamos jogar no time de Deus, mas queremos agir e parecer com as pessoas em geral.

George Barna fez um estudo com evangélicos, e os resultados foram desconcertantes. Ele descobriu que 98% dos jovens que alegavam ser evangélicos não refletiam em sua vida diária atitudes ou ações semelhantes às de Cristo.*

Em Levítico 22:1-8, Deus detalha o que significa ser limpo e impuro – detalhes que fariam algumas pessoas se contorcerem incomodadas, se eles fossem lidos em voz alta na hora do culto. Deus espera mais das pessoas que se dizem ser dEle. Ele Se importa com os detalhes. É por causa da Sua graça que Ele deseja que sejamos novas criaturas (2Co 5:17).

Deus quer que tenhamos algo mais do que o mundo tem para oferecer. Através de Sua Palavra, Ele oferece as indicações e orientações de como chegar lá. Essas indicações são muito claras. Ainda assim, frequentemente falhamos em tomar Sua rota direta. Algumas vezes não tomamos a Sua rota porque parece ser muito longa e cheia de curvas, muito cheia de montanhas e vales. Às vezes não seguimos as instruções de Deus porque elas nos levam para a direção oposta de todas as outras. “Aquela pessoa faz isso, mas ela é líder na igreja!” Encontramos desculpas. “Bem, alguns de meus amigos não vão à igreja no sábado, e eles parecem tão boas pessoas!”

O mundo diz: “Vamos tornar bonita a aparência.”
Deus diz: “Vamos tornar bonito o interior.”
O mundo diz: “Tudo é relativo. Não há nada absoluto.”
Deus diz: “Eu Sou o caminho, a verdade e a vida.”
O mundo diz: “Vamos fazer testes vocacionais e de compatibilidade para descobrirmos nossa direção.”
Deus diz: “Pergunte-Me.”

Qual dessas perspectivas você quer escolher?

Não desista! (Hb 4:14, 15; Ap 21:12-14). Frequentemente somos como Pedro. Andamos junto com Cristo, e, embora possa estar escuro e tempestuoso, nós não percebemos o perigo. Alguns descrevem isso como a “experiência do topo da montanha”. Muito logo, no entanto, nós nos voltamos. Ficamos distraídos. Vemos algo convidativo, divertido. Tiramos os olhos de Jesus e começamos a afundar na água. Só então nos damos conta de quão escuro é o mundo, quão perto estamos de nos afogar. “Senhor, salva-me!” – gritamos assim como fez Pedro. Então Cristo estende o braço para nos salvar de nós mesmos (Mt 14:22-32). Isso é graça. Hebreus 4:14, 15 diz que, porque temos um Sumo Sacerdote com quem podemos nos identificar, não desistamos do que acreditamos!

A graça de Deus abriu um caminho diante de nós, mas, quando saímos fora do trilho, começamos a afundar na vida espiritual, e a jornada começa a ser longa e cansativa. Aceite a graça de Deus e permaneça no trilho que Ele fez para você. Qual é o seu destino? Leia Apocalipse 21:12-14 e veja o que Ele tem para você.

*George Barna, Think Like Jesus. (Mineápolis: Baker Books, 2003), p. 26.

Pense nisto

1. Como os cristãos deveriam ser diferentes dos não cristãos?
2. Como a graça de Deus nos dá oportunidades mais práticas?

Mãos à Bíblia

“A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido” (Lc 12:48). Por causa desse princípio, o pecado de Arão quanto ao bezerro de ouro se tornou muito pior.

2. Leia Êxodo 32:1-6. Que possível desculpa Arão poderia ter dado para participar dessa apostasia vergonhosa?

Arão teve privilégios que poucos na história tiveram. Quando veio um grande teste, falhou! No entanto, Deus o perdoou. Mais do que isso, permitiu que ele usasse as vestes sagradas como primeiro sumo sacerdote da nação da aliança, um tipo do ministério sumo sacerdotal do próprio Jesus (Hb 8:1). A vida de Arão é um exemplo especial da misericórdia e redenção à disposição de todos em Cristo.

2º Trimestre Lição Adultos - As vestes sacerdotais da graça- 26/04/011

Terça


Vestes sacerdotais


As vestes, pois, que farão são estas: um peitoral, uma estola sacerdotal, uma sobrepeliz, uma túnica bordada, mitra e cinto. Farão vestes sagradas para Arão, teu irmão, e para seus filhos, para Me oficiarem como sacerdotes” (Êx 28:4).

Quando se estuda o modelo do santuário terrestre, deveria ficar claro que nada foi deixado ao acaso. Deus deu instruções explícitas aos sacerdotes sobre o que devia ser feito. Isso também é evidente quando se trata das vestes que os sacerdotes deveriam usar. Tudo foi feito de acordo com instruções exatas.

3. Sem nos demorarmos em detalhes complicados, que lições espirituais podemos encontrar em Êxodo 28, na descrição da roupa que deveria ser feita para Arão, o sumo sacerdote, e para os sacerdotes em geral?


“O modelo das vestes sacerdotais foi dado a conhecer a Moisés no monte. Cada artigo que o sumo sacerdote devia usar, e a forma como deveria ser feito, foram especificados. Essas vestes eram consagradas a um propósito muito solene. Por meio delas era representado o caráter do grande Antítipo, Jesus Cristo. Elas cobriam o sacerdote com glória e beleza, e manifestavam a dignidade do seu ofício. Quando vestido com elas, o sacerdote se apresentava como representante de Israel, mostrando por suas vestes a glória que Israel deveria revelar ao mundo como o povo escolhido de Deus” (Ellen G. White, The Youth’s Instructor, 7 de junho de 1900).

Ao longo dos séculos, muito tem sido escrito sobre o suposto significado e simbolismo das cores, tecidos, pedras, correntes e outras coisas. Sejam quais forem seus significados individuais, juntos eles representavam a perfeição, santidade, beleza e dignidade do “grande Antítipo”, Jesus, nosso verdadeiro sumo sacerdote, que ministra no santuário celestial (Hb 8:1, 2).

Observe também, nos textos, a descrição dos sacerdotes levando várias coisas (Êx 28:12, 29, 30, 38, 42). Isto, certamente, é um tema crucial em todo o plano da salvação, que o sacerdócio e o santuário simbolizavam: a ideia de Jesus, nosso Substituto, carregando sobre Si os nossos pecados e assumindo a punição deles. Tudo isso foi prefigurado por meio das cerimônias do santuário e das vestes dos sacerdotes, cheias de simbolismo que representavam o caráter e a obra de Jesus em nosso favor.

2º Trimestre Lição Adultos - As vestes sacerdotais da graça- 25/04/011

Segunda


O sacerdócio


Faze também vir para junto de ti Arão, teu irmão, e seus filhos com ele, dentre os filhos de Israel, para Me oficiarem como sacerdotes, a saber, Arão e seus filhos Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar” (Êx 28:1).

O sacerdócio levítico foi estabelecido durante as peregrinações dos filhos de Israel pelo deserto e deveria durar mais de mil e quinhentos anos. Embora o conceito de sacerdócio ao Senhor já existisse havia muito tempo (Gn 14:18), o estabelecimento do sacerdócio levítico proporcionou uma visão mais clara de seu papel.

Como vimos ontem, apesar da enormidade de seu pecado, Arão foi escolhido pelo Senhor para se tornar o primeiro chefe desse novo sacerdócio. Isso mostra que os sacerdotes necessitavam estar aptos a se relacionar com as pessoas que eles representavam diante de Deus, porque era exatamente isso que eles estavam fazendo: agindo como representantes, mediadores entre a humanidade caída e um Deus santo. Arão, como um ser humano caído, poderia facilmente se relacionar com os seres humanos caídos a quem ele devia representar. Quem seria ele para julgar os outros no pecado deles, quando ele mesmo não era inocente?

Ao mesmo tempo, o sacerdócio era uma honra sagrada, e os sacerdotes deviam demonstrar santidade e pureza. Afinal, eram eles que se apresentavam diante do Senhor, em lugar do povo. Eles tinham que ser “santos”; caso contrário, qual seria a finalidade de um sacerdócio? Embora reconhecessem sua relação com aqueles a quem representavam, eles tinham que ser diferentes, não de forma arbitrária (diferentes apenas para ser diferentes), mas diferentes no sentido sagrado, que iria distingui-los claramente das massas como um todo.

2. O que era exigido dos sacerdotes, e o que essas coisas deveriam representar? Lv 21:7-24; 22:1-8


Por mais difícil que seja compreendermos alguns desses conceitos hoje, a ideia, todavia, deve estar clara: o sacerdócio deveria ser algo diferente, sagrado, especial. Os sacerdotes eram símbolos de Jesus, e seu trabalho deveria simbolizar, em sombras e tipos, o que Jesus faria em nosso favor.

Deveríamos ser diferentes do mundo que nos rodeia? Se sim, por que e de que forma?

AMIGOS DA ESPERANÇA IASD XI












AINDA EXISTE ESPERANÇA

quarta-feira, 20 de abril de 2011

2º Trimestre Lição Jovens Vestes sacerdotais da graça 24/04/011

Domingo, 24 de abril
Introdução

O que tem no seu guarda-roupa?


A luz se ofusca, o comprimento da passarela parece não ter fim. A música começa a tocar em um ritmo de blues. Vestida da melhor forma, a audiência espera o desfile de moda para esta estação. Impacientes, mulheres se mexem em seus lugares, com braços gentilmente cruzados. De repente, as luzes começam a brilhar e modelos com passos decididos dominam a passarela. Luzes cintilantes criam um efeito dramático. Ao cada modelo parar no fim da pista, seu olhar desafia a audiência a desejar e adquirir a peça que ela está vestindo. As roupas da nova estação estão todas diante de mim, todas para o meu deleite visual, ao meu alcance com apenas um único deslize de um cartão de crédito. Todas aquelas roupas parecem vir com uma auréola angelical e o som de sinos celestiais. Enquanto me deleito com a interpretação da opinião de estilo do designer, minha mente é arrastada pela corrente do “eu”. Estou maravilhada com o pensamento da renovação que meu guarda-roupas terá. Quão extravagante eu serei usando estas roupas...

De repente a música para. As luzes escurecem. Todos na sala parecem ter desaparecido. Meu coração é tudo o que ouço – o ritmo “tum-tum”... Então um refletor brilha cegamente em cima de mim. Eu sinto olhos penetrando minha alma, mas estou completamente sozinha. Quando olho para mim, vejo que estou vestida em trapos ­­(desejos sujos). Um frio percorre meu corpo. Apesar dos trapos, me sinto nua. Uma voz ressoa ao me falar: “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapos da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades, como um vento, nos arrebatam” (Is 64:6, RA).

Envergonhada, eu curvo minha cabeça e começo a soluçar. Então, uma voz gentil encobre meu sentimento de nudez e vergonha, ao dizer, “Minha graça é suficiente para você” (2Co 12:9).

Qual é sua prioridade? Você está se vestindo do guarda-roupa de Cristo? Ou dos padrões de moda do mundo e permitindo que isso o distraia do fato de que você poderia ser parte de uma geração escolhida, de um sacerdócio real? Você se esqueceu de quão longe a graça de Deus pode alcançá-lo? O que você tem no seu guarda-roupa da vida? Durante esta semana exploraremos o simbolismo das vestes sacerdotais da graça.

Mãos à Bíblia

Arão e seus filhos foram os primeiros sacerdotes do tabernáculo de Israel. Exercer o sacerdócio era uma honra sagrada. Os sacerdotes deviam demonstrar santidade e pureza. Afinal, eram eles que se apresentavam diante do Senhor, em lugar do povo.

1. O que era exigido dos sacerdotes e o que essas coisas deveriam representar? Lv 21:7-24; 22:1-8

O sacerdócio deveria ser algo diferente, sagrado, especial. Os sacerdotes eram símbolos de Jesus. Seu trabalho deveria simbolizar, em sombras e tipos, o que Jesus faria em nosso favor.

2º Trimestre Lição Jovens Vestes sacerdotais da graça 23/04/011

Lição 5




Vestes sacerdotais da graça



Casa Publicadora Brasileira – Lição dos jovens 522011



“Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas dAquele que os chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe 2:9).

Prévia da semana: A função sacerdotal de Arão e de suas vestes ilustra o que Cristo tem feito no santuário celestial. Como Jesus foi tentado como nós e levou nossos pecados, Ele nos representa diante de Deus e nos reconecta à Sua perfeição.

Leitura adicional: Êx 28; 32:1-6; Lv 21:7-24; 22:1-8; 2Co 5:17; Hb 4:14, 15; Ap 21:12-14. Filhos e Filhas de Deus, capítulo 4; Caminho a Cristo, capítulo 6.


2º Trimestre Lição Jovens O casaco de cores diferentes 22/04/011

Sexta, 22 de abril
Opinião

A igreja é a noiva


José, o pai terrestre de Jesus, tinha algumas coisas em comum com Jacó. Assim como Jacó, um de seus filhos foi destinado a ser notável. Em consequência, seus outros filhos também não compreenderam seu Irmão especial e, dessa forma, não apoiaram Sua missão (O Desejado de Todas as Nações, p. 178-182).

E nós? Como nos avaliaríamos como membros da igreja remanescente de Deus? Apoiamos verdadeiramente a missão da Igreja? Ou nos encontramos algumas vezes como os irmãos de Jesus e José – ciumentos, críticos e desejando destruir o que nós julgamos ser a causa de tais sentimentos?

Deveríamos nos lembrar de que as palavras ditas contra a Igreja são palavras ditas contra a Noiva de Cristo, pois Jesus enxerga a Igreja como Sua noiva por quem Ele irá retornar. A Bíblia instrui os maridos a amarem suas esposas assim como Cristo ama a igreja e Se entregou por ela (Ef 5:25). Jesus, o mais amoroso de todos, amou suficientemente Sua noiva para sofrer uma desmerecida e cruel morte. Portanto, deveríamos ser cuidadosos no que dizemos à Igreja de Cristo. Alguém dificilmente toleraria ouvir más palavras dirigidas a sua esposa, mãe ou irmã. Por que Deus seria diferente?

Podemos achar que não somos tão maus quanto os irmãos de José foram quando ele ganhou o casaco de muitas cores; mas sempre que nos encontramos fofocando sobre o pastor ou falando mal de um funcionário da Associação ou União, nós estamos basicamente atacando a Noiva de Cristo. Isso não nos torna muito diferentes dos irmãos de José.

Ao nos aproximarmos mais e mais da segunda vinda de Cristo, deveríamos, com a ajuda do Espírito Santo, esforçar-nos por espalhar o evangelho em cada esquina do globo. Agir com ciúmes, ser um membro que não apoia a igreja só atrapalha nossa missão. Se você não faz parte da solução, faz parte do problema.

Mãos à obra

1. Tire um tempo para observar a imensa variedade de cores que Deus usou na natureza. Ele não precisava usar cores, mas Ele usou. O que isso lhe diz sobre Deus?
2. Pense como o favoritismo de Jacó causou problemas posteriores. Discriminação é o oposto de favoritismo. Como você pode ajudar uma pessoa que esteja em desvantagem ou que experimentou discriminação?
3. Imagine que você seja José. Escreva como você se sentiu quando recebeu seu casaco colorido. Contraste com o que você deve ter sentido ao ser vendido como escravo e também quando você se tornou governador do Egito.

2º Trimestre Lição Jovens O casaco de cores diferentes 21/04/011

Quinta, 21 de abril
Aplicação

Vestindo as cores certas


Deus criou um caleidoscópio na Natureza e nos projetou para que pudéssemos apreciar sua variedade de cores. Ele mesmo confirmou a importância das cores quando o arco-íris apareceu a Noé após o Dilúvio (Gn 9:12-16). Hoje, partidos politicos, gangues e times esportivos frequentemente são representados por cores específicas.

As cores que usamos determinam de que lado estamos e pelo que lutamos. Até o nosso verdadeiro caráter é frequentemente descrito como nossas “verdadeiras cores”.

Uma vez que compreendamos a importância das cores, como então poderemos usar as cores certas?

Vista as cores de Deus. Leia Efésios 6:10-16. As cores dessa armadura são uma representação bem gráfica de alguém que permanece firme no Senhor. Quando você veste essa armadura, faz o mundo entender que você pertence a Ele!

Siga o plano perfeito de Deus. Leia Mateus 5:43-48. Perfeição aqui retrata “‘alguém que alcançou o alvo’” (The SDA Bible Commentary, v. 5, p. 341). A ideia de amar nossos inimigos é assustadora e parece ser impossível. Contudo, podemos progredir com a ajuda do Espírito Santo (Fp 3:12-14). Nossa oração não deveria ser de derrota, mas de perseverança.

Corte o pecado pela raiz. O pecado não pode ser acariciado e ter permissão de nos infestar até que tenha o melhor de nós. Esse foi o erro de Jacó. Ele cultivou os pecados do engano e favoristismo, e isso lhe causou muita dor. Freie o compartamento negativo que tão facilmente toma conta de você. Afaste-se dessa situação, pois certamente o(a) levará por uma estrada que você não deseja percorrer. Deus proverá um escape.

Preste contas. Mesmo que não percebamos, as pessoas estão nos observando. Abrace a responsabilidade que temos de ser o “sal da Terra” (Mt 5:13). Lembre-se de que seremos reconhecidos pelos nossos frutos.

Mãos à Bíblia

7. O que revela a linguagem usada pelos irmãos diante de seu pai, em Gênesis 37:26-36?


Perceba que a pergunta dos irmãos não se referia à “túnica de nosso irmão”, mas à “túnica de teu filho”, o que indica frieza. No entanto, esse ato “resolveu” um problema apenas para provocar muitos outros. Certamente, esses homens lutaram ao longo dos anos com a culpa e o remorso.

8. Leia Gn 42:13, 21-23, 32; 44:28. O que esses versos dizem sobre o impacto das ações dos irmãos sobre si mesmos e sua família, a longo prazo?

2º Trimestre Lição Jovens O casaco de cores diferentes 20/04/011

Quarta, 20 de abril
Testemunho

O poço do homem é o pedestal de Deus


A antiga transgressão de Jacó influenciou o amargo e rebelde caráter de seus filhos, causando-lhe grande dor. “Houve um, entretanto, de caráter grandemente diverso – o filho mais velho de Raquel, José, cuja rara beleza pessoal não parecia senão refletir uma beleza interior do espírito e do coração. […] Escutava as instruções do pai e gostava de obedecer a Deus. […] Morrendo-lhe a mãe, suas afeições prenderam-se mais intimamente ao pai, e o coração de Jacó estava ligado a este filho de sua velhice. Ele ‘amava a José mais do que a todos os seus filhos’ (Gn 37:3). Mas […] Jacó imprudentemente manifestou sua preferência por José, e isto provocou a inveja dos outros filhos” (Patriarcas e Profetas, p. 209).

Vermelho. Azul. Verde. Amarelo. Laranja. Violeta. Apenas imagine o casaco de José. Numa época em que vestuário era muito comum e igual, esse presente certamente deve ter se destacado. Mal Jacó sabia que isso causaria sua mais profunda tristeza. “José, desconhecendo o que lhe sucederia, aproximou-se de seus irmãos com alegria de coração para encontrá-los após sua longa e exaustiva viagem. Seus irmãos rudemente o empurraram […] José ficou assustado com seus olhares de ira. […] Ao eles darem expressão aos seus sentimentos de inveja, Satanás tomou controle de suas mentes, e eles não tiveram senso algum de piedade e nenhum sentimento de amor por seu irmão. Eles o despiram de seu casaco de muitas cores com o qual estava vestido, um símbolo do amor de seu pai, e que havia instigado neles sentimentos de inveja. […]

E eles pegaram o casaco de José, e mataram um cabrito e imergiram o casaco em sangue; e pegaram o casaco de muitas cores, e levaram ao seu pai” (The Spirit of Prophecy, v. 1, p. 128-130).

Felizmente, o que os irmãos de José fizeram por maldade, o Senhor tornou em bênção (Gn 50:20). “Deus planejou que ele deveria adquirir experiência pelas tentações, adversidades e dificuldades, para prepará-lo a assumir um cargo de exaltada posição” (Ibid, p. 131-133).

Não tenha medo quando os esquemas humanos o lançam num vale obscuro e desesperador. Deus é fiel para exaltá-lo a uma posição de honra para que Ele possa receber a glória!

Mãos à Bíblia

5. Que grande contraste é visto em Gênesis 37:12-25 entre o bem e o mal, entre a inocência e a traição?

6. O que é mais significativo sobre o que aconteceu em Gênesis 37:23?

2º Trimestre Lição Adultos - As vestes sacerdotais da graça- 24/04/011

Domingo


A antiga aliança da graça


Jesus declarou de forma tão clara quanto a linguagem humana poderia expressar: “A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido” (Lc 12:48, NVI). Como adventistas, com tudo que recebemos (e recebemos muito!), faríamos bem em levar a sério esse princípio poderoso. Basta comparar as verdades que recebemos com algumas das outras doutrinas que estão por aí (tormento eterno no inferno, mudança do sábado para o domingo, 144 mil judeus virgens pregando o evangelho, quando a igreja é arrebatada secretamente durante o reinado do anticristo), para compreender tudo o que nos foi confiado.

Por causa desse princípio, o pecado de Arão e o bezerro de ouro se tornaram muito piores.

1. Leia Êxodo 32:1-6. Que possível desculpa Arão poderia ter dado para participar dessa vergonhosa apostasia?


A apostasia em si foi muito ruim, mas que Arão a aceitasse parece ainda mais incrível. Pense em todos os privilégios que Arão havia recebido. Ele estava com Moisés desde o início (Êx 4:27-30) e foi o porta-voz de Moisés diante de Faraó (Êx 7:1); Arão lançou o bordão que se tornou em serpente (v. 10); ele feriu as águas que se transformaram em sangue (v. 20); e fez parte do grupo de escolhidos que puderam se aproximar do Senhor de modo muito especial (Êx 24:9, 10). Em suma, ele teve privilégios que poucos na história tiveram, e quando veio um grande teste, ele falhou de forma miserável!

No entanto, aqui está algo maravilhoso: Deus não só perdoou o pecado de Arão, mas permitiu finalmente que Arão usasse as vestes sagradas como primeiro sumo sacerdote da nação da aliança, um tipo do ministério sumo sacerdotal do próprio Jesus (Hb 8:1). Em outras palavras, embora Arão fosse culpado de um pecado terrível, ele também foi beneficiado com a divina graça redentora, graça tão grande que não apenas o perdoou, mas permitiu que Arão assumisse um ofício sagrado que, na sua essência, se relaciona totalmente com a graça, misericórdia e perdão divinos. Assim, a vida de Arão é um exemplo especial da misericórdia e redenção que, em Cristo, se acha à disposição de todos.

Você já falhou, de forma lastimável, em viver à altura do que tem recebido? A partir do exemplo de Arão, como você pode obter esperança de que nem tudo está perdido, apesar de seus erros?

2º Trimestre Lição Adultos - As vestes sacerdotais da graça - 23/04/011

Lição 5


As vestes sacerdotais da graça


Casa Publicadora Brasileira – Lição 5222011




Sábado à tarde
Ano Bíblico: 2Rs 6–8

VERSO PARA MEMORIZAR: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe 2:9).

Leitura para o estudo desta semana: Êx 32:1-6; Lv 21:7-24; 22:1-8; Êx 28; Ap 21:12-14; Hb 4:14, 15

Um tema importante da Reforma Protestante é o que tem sido chamado de “o sacerdócio de todos os crentes”, uma ideia derivada especialmente (mas não exclusivamente) do texto acima. O conceito diz que todos os cristãos atuam como “sacerdotes” diante de Deus, e que, visto que eles têm Jesus, não precisam de mediadores terrestres entre eles e o Senhor (como em alguns sistemas religiosos). “Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1Tm 2:5).

Depois da vida, morte, ressurreição e ministério sumo sacerdotal de Jesus, o antigo sistema hebreu introduzido por Deus foi cumprido em Cristo. O sacerdócio levítico foi substituído, e uma nova ordem foi estabelecida, na qual todos somos parte do “sacerdócio real”.

Nesta semana, ao estudarmos as vestes usadas pelos sacerdotes no antigo sistema, podemos aprender um pouco sobre o que significa ser “sacerdotes” no novo sistema.

2º Trimestre Lição Adultos - A túnica de várias cores - 22/04/011

Sexta


Estudo adicional


Leia de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 204-240: “A Volta Para Canaã”, “José no Egito”, e “José e Seus Irmãos”; The SDA Bible Commentary, v. 1, p. 428-432.

Sem desconfiar do que estava prestes a lhe acontecer, José se aproximou de seus irmãos com alegria de coração para saudá-los após sua viagem longa e cansativa. Seus irmãos o repeliram rudemente. Deu-lhes seu recado, mas eles não responderam. José ficou assustado com sua aparência furiosa... Eles o acusaram de hipocrisia. À medida que expressavam seus sentimentos de inveja, Satanás controlava sua mente, e eles não sentiam nenhuma compaixão por seu irmão. Tiraram a túnica de várias cores que ele usava, que era símbolo do amor de seu pai, e que tinha despertado seus sentimentos de inveja“ (Ellen G. White, The Spirit of Prophecy, v. 1, p. 128, 129).

Perguntas para reflexão:
1. Que outros tipos de “túnicas de várias cores” existem? Quais são as coisas que cobiçamos, que mais cedo ou mais tarde podem ser facilmente tiradas de nós e manchadas de sangue? Que tipo de honras terrenas parecem significar muito, mas, na realidade, não significam nada?
2. Leia Gênesis 45:22. Que ironia encontramos ali?
3. José muitas vezes tem sido visto como um tipo de Cristo. Examine a história de José e veja que paralelos você pode encontrar entre Cristo e José. Compartilhe suas respostas com a classe.
4. Imagine como os irmãos devem ter se sentido cada vez que viam essa vestimenta, antes um símbolo de sua inveja, e agora um símbolo de sua culpa. Se os irmãos soubessem como orar, como morrer para o eu, como se entregar ao Senhor em fé e obediência, será que isso teria acontecido?

2º Trimestre Lição Adultos - A túnica de várias cores - 21/04/011

Quinta


“A túnica de teu filho”


Então, tomaram a túnica de José, e mataram um cabrito, e tingiram a túnica no sangue. E enviaram a túnica de várias cores, e fizeram levá-la a seu pai, e disseram: Temos achado esta túnica; conhece agora se esta será ou não a túnica de teu filho” (Gn 37:31, 32, RC).

Como poderiam eles, filhos de um pai amoroso, descer tão baixo a ponto de entregar ao pai o manto que ele tinha dado ao filho, agora salpicado de sangue, e pedir que ele o identificasse? Talvez até um dia antes de terem cometido esse crime, nada parecido com isso havia entrado em sua mente. Mas, uma vez que começamos uma sucessão de pecados, quem sabe aonde isso vai levar?

7. O que é significativo na linguagem usada pelos irmãos diante de seu pai, em Gênesis 37:26-36?


Perceba que a pergunta dos irmãos não se referia à “túnica de nosso irmão”, mas à “túnica de teu filho”. A frieza e a insensibilidade, são espantosas. Talvez, também, essa fosse uma espécie de mecanismo inconsciente de defesa. Não foi a “túnica de nosso irmão” que eles encontraram, mas, sim, a túnica de “teu filho”, uma forma de limitar em sua própria mente o mal que tinham feito.

Assim, a túnica teve um papel tanto no início quanto no fim. Um símbolo do relacionamento entre Jacó e José agora estava coberto de sangue, um símbolo da “morte”; eles pensaram que isso seria o fim de José e da animosidade nutrida para com ele. No entanto, esse ato “resolveu” um problema apenas para provocar muitos outros. Certamente, os irmãos devem ter sofrido pela tristeza de seu pai. Dia a dia, vendo-o chorar, esses homens devem ter lutado com culpa e remorso.

8. Leia Gn 42:13, 21-23, 32; 44:28. O que estes versos dizem sobre o impacto das ações dos irmãos sobre si mesmos e sua família, a longo prazo?

No fim, o Senhor transformou em bem o mal que os irmãos haviam feito, mas isso não justifica o que fizeram. Por mais extremas que tenham sido suas ações, essa história deve nos lembrar de quão rapidamente os pecados podem sair do controle, nos cegar e nos levar a fazer coisas que geralmente levam à tragédia e ao sofrimento.

2º Trimestre Lição Adultos - A túnica de várias cores - 20/04/011

Quarta

 

A túnica arrancada


5. Que grande contraste é visto em Gênesis 37:12-32, entre o bem e o mal, entre a inocência e a traição?


Os irmãos de José não só tramaram sua morte, mas também planejaram com antecedência o que diriam ao pai. “Oh, pai, estamos muito tristes! Encontramos esta túnica. É de José? Se é, então ele deve ter sido devorado por um animal feroz”. É difícil imaginar como aquelas pessoas poderiam ter tanto ódio de seu próprio irmão a ponto de fazer uma coisa dessas.

6. O que é significativo sobre o que aconteceu em Gênesis 37:23?


Quando os irmãos viram José de longe, a primeira coisa de que falaram foram os sonhos, o que fez crescer seu ódio contra ele. De uma vez por todas, eles iriam ver qual seria o resultado daqueles sonhos. É interessante notar que o primeiro ato registrado, dos irmãos contra José, foi o despojamento de sua túnica. O hebraico deixa claro que eles estavam falando sobre a túnica muito odiada, que o pai tinha feito para ele. O texto destaca que ele a estava “vestindo” (Gn 37:23, NTLH). Além de tudo, vê-lo vestindo a túnica só deve ter aumentado a raiva deles.

Assim, aqui podemos ver os irmãos tentando destruir tudo que lhes causava tanto ódio e ira. Para eles, a vestimenta simbolizava tudo o que detestavam em seu irmão, todas as coisas boas a respeito dele e as coisas ruins acerca deles mesmos. Deve ter sido com muita alegria, prazer e satisfação que despiram a túnica. Num instante, José estava sem aquela roupa luxuosa, que simbolizava sua superioridade sobre eles, e que lhes causara temor; José estava impotente perante aqueles que, de acordo com seus próprios sonhos, um dia deveriam se prostrar diante dele.

Veja como as ações dos irmãos foram irracionais, como resultado de suas emoções. Quantas vezes permitimos que nossas emoções nos levem a fazer coisas irracionais? Como podemos aprender a manter nossas emoções sob o poder de Deus e, assim, poupar-nos (e muitas vezes os outros) das consequências geralmente terríveis, das coisas feitas em acessos de profunda emoção?

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Meditação Diária- Equilíbrio 18/04/011

18 de abrilSegunda


Equilíbrio


Não seja excessivamente justo nem demasiadamente sábio; [...] Não seja demasiadamente ímpio e não seja tolo; [...] É bom reter uma coisa e não abrir mão da outra, pois quem teme a Deus evitará ambos os extremos. Eclesiastes 7:16-18

Partindo da definição comum de equilíbrio como harmonia, moderação, autocontrole, postura sem oscilação, o Dr. Spencer Johnson, em seu livro Um Minuto Para Mim, define equilíbrio como “estilo de vida que contempla todas as áreas da vida”.

Equilíbrio é você viver de maneira equilibrada, podendo em alguns momentos se decidir entre a aproximação e o retraimento, o muito e o pouco, o tradicional e o contemporâneo, entre o amor e a disciplina, entre as mãos de Marta e o coração de Maria.

Ser equilibrado não significa ser alguém sem tônus, frio, impassível, calculista. Nem devemos imaginar que equilíbrio seja uma régua, uma trena para ver se saímos do trilho, nos excedemos ou fomos longe demais.

O inimigo do bem quer nos polarizar em diferentes áreas da vida. Quer que sejamos extremistas.

Se concordarmos que “equilíbrio é contemplar todas as áreas da vida”, precisamos de um estilo de vida em que levemos em conta família, trabalho, recreação, amigos, igreja e nossas necessidades pessoais.

A família precisa de atenção e mais quantidade de tempo, em lugar de estar em frente ao computador e à televisão. O trabalho e a vida profissional requerem constante aperfeiçoamento. A vida devocional e a comunhão com Deus também devem estar todos os dias em nossa agenda. O lazer, a recreação e o relacionamento com os amigos igualmente fazem parte desse equilíbrio.

Jesus cumpriu Sua missão aqui na Terra com equilíbrio. Não temos registro de que Ele alguma vez estivesse apressado. Nunca vemos Jesus pressionando os discípulos para ultrapassarem os limites, negligenciar o descanso ou deixar de comer. Ele sabia quando trabalhar, quando começar e quando terminar. Até nos últimos momentos, de certa forma, podemos ver equilíbrio na vida de Jesus: “Tomaram eles, pois, a Jesus; [...] e com Ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio” (Jo 19:17, 18, ARA).

Mesmo que a colocação da cruz de Jesus no meio possa ter sido uma indicação dos que O crucificaram de que Ele era o pior; por outro lado, Jesus estava dizendo: “Fique no centro. Evite os extremos.”

2º Trimestre Lição Jovens O casaco de cores diferentes 19/04/011

Terça, 19 de abril
Exposição

Mensagem de Jacó


Dilema de Jacó (Gn 29:21-30:24). O dilema de Jacó começou quando ele enganou seu pai e tomou o direito de primogenitura de seu irmão Esaú (Gn 27:1-40). Daquele momento em diante, o espírito de engano se tornou o calo de Jacó. Mesmo após sua conversão em Betel (Gn 28:10-22), viajou para Padã-Arã, onde mudou a prática cultural da época. Labão tinha duas filhas: Lia, a mais velha, e Raquel. Jacó sabia que não era aceitável culturalmente que a mais jovem se casasse antes da mais velha. No entanto, ele insistiu que Raquel fosse sua esposa. Aceitou trabalhar para Labão por sete anos sem salário para ter Raquel. Ao fim daqueles anos, Jacó foi enganado. “Quando chegou a manhã, lá estava Lia. Então Jacó disse a Labão: ‘Que foi que você me fez?

Eu não trabalhei por Raquel? Por que você me enganou?’” (Gn 29:25).

Não é interessante que Jacó tenha se esquecido tão depressa de seu próprio espírito enganador, quando ele próprio recebeu a mesma moeda? O ditado inglês “tudo o que vai, volta” é bem aplicável aqui! Como cristãos, precisamos ser cuidadosos em relação às trapaças. O que plantamos, certamente vamos colher! Além disso, deveríamos respeitar as práticas culturais. Jacó não o fez. No entanto,
em situações nas quais a cultura ou concessões conflitam com a lei de Deus, deveríamos declarar, como Pedro e Paulo, que preferiremos “‘obedecer antes a Deus do que aos homens’” (At 5:29).

O dilema de Jacó continuou durante seu casamento com as duas irmãs. Se Jacó tivesse seguido o princípio de um marido para uma esposa, as crises dentro de seu lar jamais teriam ocorrido. É importante que os cristãos obedeçam e defendam esses princípios edênicos como o ideal previsto pelo próprio Deus!

“Quando o Senhor viu que Lia era desprezada, concedeu-lhe filhos; Raquel, porém, era estéril. Lia engravidou, deu à luz um filho e lhe deu o nome de Rúben, pois dizia ‘O Senhor viu a minha infelicidade. Agora, certamente o meu marido me amará’” (Gn 29:31, 32). O Senhor é solidário com os de coração quebrantado. Mesmo quando Jacó não a amava, Lia foi abençoada! O Senhor a abençoou com filhos. Isso fez Raquel morrer de inveja, então ela posteriormente agravou ainda mais a situação já frustrante, ao oferecer sua serva para Jacó (Gn 30:1-3). Quão lamentável foi o fato de a visão espiritual de Jacó estar cegada por seus desejos físicos e ele não ter discernido que grave erro estava prestes a cometer. Que importante lição para nós, de sempre mantermos nossa mente voltada para as coisas espirituais (Fp 4:8; 1Pe 5:8).

Qual é seu nome? (Gn 29:21–30:24). Qual é o significado de seu nome? O nome Jacó significa “ele toma o lugar de” ou “pega no calcanhar” (The SDA Bible Dictionary, p. 544). Cada um dos filhos de Jacó também tinha um nome com um significado.

Por ocasião de nosso nascimento espiritual, passamos a ser chamados de cristãos. Será que vivemos de acordo com o que esse nome significa? Será que guardamos os Dez Mandamentos, falamos aos outros sobre Deus e lhe servimos com amor? Quando o nome Jacó é mencionado, as pessoas rapidamente pensam no filho mais novo de Isaque que enganou seu pai e roubou o direito de primogenitura de seu irmão. Embora ele seja posteriormente lembrado por sua batalha com o anjo, sua transgressão anterior nunca foi esquecida. Consequentemente, precisamos nos certificar de que nosso estilo de vida seja tal que, onde quer que nosso nome seja ouvido, as pessoas se refiram a nós como filhos de Deus!

Amizade com os gentios (Gn 34; 1Co 9:24-26). A filha de Jacó foi ver as filhas da terra (Gn 34:1). É importante, como cristãos, sermos cuidadosos a respeito de quem escolhemos para ser nosso amigo. Aquele amigo com quem saímos ou adicionamos na internet pode não ser a influência certa de que precisamos. Devemos sempre nos lembrar de que “aquele que procura prazeres entre os que não temem a Deus está a se colocar no terreno de Satanás e a convidar suas tentações” (Patriarcas e Profetas, p. 204).

José – símbolo de Cristo (Gn 37; 42:13). O pai de José deu a ele um casaco colorido. Esse presente foi dado com parcialidade, e, por causa disso, causou ciúmes, ressentimento e dor. Como cristãos, deveríamos amar a todos igualmente com o amor de Cristo. Leia Mateus 22:35-40.

José foi à procura de seus irmãos. Quando os encontrou, eles arrancaram seu casaco colorido, o atiraram num poço vazio e finalmente o venderam como escravo. Jesus veio em busca de pecadores que O insultaram e despiram. Da mesma maneira que posteriormente a pureza do caráter de José trouxe à tona as faltas de seus irmãos, assim também os fariseus se sentiram intimidados pela abnegação que transbordava de Jesus. Assim como José mais tarde se tornou o salvador de seus irmãos durante o tempo de fome, também Jesus Se tornou nosso Salvador quando nos encontramos em meio à “fome” causada pelo pecado.

Apesar dos desafios enfrentados por José, ele sempre teve fé em Deus. Do mesmo modo, quando somos feridos, rejeitados e desprezados, deveríamos nos apegar a Jesus, a Rocha firme. Quando parecer que nossos inimigos nos derrotaram, lembremo-nos de que Deus não abandonou Jacó. E Ele não abandonará você!

Pense nisto

1. Existe algum dilema em sua vida que você precisa entregar a Deus antes que se torne pior?
2. Você pode verdadeiramente afirmar que o mundo vê Jesus em você? Se não, por quê?
3. Quando o favoritismo afetou sua vida? Como foi resolvido e que lições você aprendeu dessa experiência?

Mãos à Bíblia

4. Em Gênesis 37:3 e 4, que ato de Jacó complicou o relacionamento entre José e seus irmãos?

Em certo sentido, a túnica simbolizava honras e distinções terrenas. Você já recebeu uma homenagem? Quanto tempo durou a sensação de satisfação até que a honra significasse pouco ou nada? Que lição você deve tirar disso? (Leia 1Co 9:24-26).