quarta-feira, 6 de abril de 2011

Meditação da Mulher Meu Advogado 06/04/2011

6 de abril quarta


Meu Advogado


Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Salmo 91:1 (ARC)

Nasci e fui criada em Zimbábue e, em 1987, decidi mudar-me para a capital, Harare. Isso significou deixar o emprego e procurar outro. Por alguma razão, não consegui uma transferência, o que teria facilitado as coisas para mim.

A primeira coisa que fiz após alugar um pequeno apartamento foi procurar emprego, antes de esgotar minhas economias. Eu sabia que não seria fácil, já que o desemprego era alto e as vagas eram escassas para o tipo de trabalho que eu fazia.

Eu aprendera a confiar em Deus desde a infância, e por isso não estava desanimada. Fui chamada para cinco entrevistas no primeiro mês. Mas o episódio mais decepcionante aconteceu quando voltei para casa, certo dia, após minha última entrevista – ladrões levaram minha pasta. Ela continha meus documentos, currículos e referências de emprego. Foi uma grande frustração, já que levaria meses para substituir alguns deles. Isso, porém, não me desanimou. Continuei à procura de emprego, orando e jejuando.

Um dia, não muito depois de perder os documentos, eu olhava a seção de empregos no jornal local e vi o anúncio de uma empresa que procurava alguém com as minhas habilidades. Liguei para a empresa e fui convidada para uma entrevista no dia seguinte.

Quando cheguei, fiquei sabendo que outras duas mulheres também aguardavam a entrevista para o mesmo trabalho. Essas mulheres estavam bem vestidas, e traziam grandes pastas, provavelmente cheias de provas de sua capacidade. Eu estava modestamente vestida e tinha somente a Deus como meu advogado.

As duas mulheres foram entrevistadas primeiro. Quando chegou minha vez, confessei que não tinha documento nenhum, mas que conhecia meu trabalho. Após a entrevista, pediram que eu ficasse junto com as outras mulheres na área da recepção. Após uns 20 minutos de ansiosa espera, fui chamada e me disseram que o emprego era meu. Não sei como descrever minha felicidade! Além disso, naquela noite alguém me entregou a minha pasta perdida, com tudo o que havia dentro. Sejam quais forem as circunstâncias, coloque sua confiança no Senhor, cuja Palavra não falha.

Peggy Rusike

Meditção Diaria Cidades de Refúgio 06/04/011

6 de abrilQuarta


Cidades de Refúgio


[Senhor,] tens sido refúgio para os pobres, refúgio para o necessitado em sua aflição, abrigo contra a tempestade e sombra contra o calor. Isaías 25:4

Ao ler muitas vezes a Bíblia e me deparar com a descrição das cidades de refúgio em Números 35 e Josué 20, eu me perguntava: “Será que não existe em cada um dos nomes dessas cidades um significado com uma mensagem para os que vivem no século 21?” É verdade. Todas elas estão com os portões abertos e acessíveis a nós.

Quedes é lugar santo, consagrado. Aqueles que se sentem pecadores, impuros vão encontrar em Quedes a graça santificadora de Jesus.

Siquém significa força, ombro; o convite é para os que se sentem cansados, esgotados, no fim da corda, e necessitam de ânimo e firmeza. Hebrom é aliança, irmandade. Refúgio para os que não têm amigos e que se sentem desamparados. Esse é o lugar em que Deus reconhece aqueles que são esquecidos. É um lugar amigável e de aceitação.

Na Guerra do Golfo (2001-2003), ocorreu uma tempestade de areia no deserto, que atingiu uma das guarnições militares norte-americanas. Nessa ocasião, mais soldados foram mortos, não pelo inimigo, mas pelo “fogo amigo”. O consenso era: “Com pouca visibilidade, dependendo de onde você estiver, se vir alguém se aproximando, na dúvida, atire. Você já foi vítima de “fogo amigo”? Ou atacou alguém com “fogo amigo”?

Bezer significa fortaleza secreta, lugar forte. Esse é o lugar para o qual corremos em nossa debilidade, quando sentimos que já não temos forças. Se você não se sente capaz para alguma coisa, aqui está seu lugar forte e sua defesa. Ramote é exaltação, levantar-se. Ramote é o refúgio que precisamos quando nos sentimos indignos e nossa espiritualidade está lá embaixo. Precisamos que alguém nos ajude a ficar em pé. Deus, então, nos convida para “nos levantarmos e andar”. Golam é círculo, cerca. Você que se sente caçado pelo inimigo, e em fuga? Em Golam você se sentirá protegido.

Hoje, multidões procuram refúgio. São pessoas com medo, feridas, preocupadas e oprimidas. Pessoas tratadas injustamente, sem rumo, desorientadas. Vidas marcadas pela decepção. E essas cidades se constituem num símbolo do refúgio que encontramos em Jesus.

Devemos gritar para essas pessoas: “Ei, é aqui mesmo! Refúgio! Venham! Ele é o único em quem podemos nos refugiar com segurança.”

2º Trimestre Lição Jovens De exaltado a caído 06/04/011

Testemunho
Quarta, 6 de abril

O orgulho conduz à guerra



“O orgulho de sua própria glória alimentava o desejo de supremacia. As elevadas honras conferidas a Lúcifer não eram apreciadas como um dom de Deus e não despertavam gratidão para com o Criador. Ele se gloriava em seu resplendor e exaltação e almejava ser igual a Deus. Era amado e reverenciado pela hoste celestial. Anjos deleitavam-se em executar suas ordens, e, mais que todos eles, estava revestido de sabedoria e glória. Todavia, o Filho de Deus era o reconhecido Soberano do Céu, igual ao Pai em poder e autoridade. Em todos os conselhos de Deus, Cristo tomava parte, enquanto a Lúcifer não era assim permitido entrar em conhecimento dos propósitos divinos. ‘Por quê?’, perguntava o poderoso anjo, ‘deveria Cristo ter a supremacia? Por que é Ele desta maneira mais honrado do que Lúcifer?’” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 495).

“Os anjos que eram leais e sinceros procuraram reconciliar este poderoso rebelde à vontade de seu Criador. Justificaram o ato de Deus em conferir honra a Seu Filho, e com fortes razões tentaram convencer Lúcifer que não lhe cabia menos honra agora, do que antes que o Pai proclamasse a honra que Ele tinha conferido a Seu Filho. Mostraram-lhe claramente que Cristo era o Filho de Deus, existindo com Ele antes que os anjos fossem criados, que sempre estivera à mão direita de Deus, e Sua suave, amorosa autoridade até o presente não tinha sido questionada; e que Ele não tinha dado ordens que não fossem uma alegria para o exército celestial executar. Eles insistiam que o receber Cristo honra especial de Seu Pai, na presença dos anjos, não diminuía a honra que Lúcifer recebera até então. [...] Lúcifer recusou ouvi-los” (Ellen G. White, Exaltai-O [MM 1992], p. 18).

Pense nisto

1. Já houve momentos em que as pessoas lhe deram bons conselhos sobre escutar a Deus e, apesar disso, você não o fez? Qual foi o resultado?

2. O que teria acontecido se Deus tivesse permitido a Lúcifer permanecer no Céu?


Mãos à Bíblia

4. Isaías 14:12-14 traz outra descrição da queda de Lúcifer. O que podemos aprender com esse relato, para aplicar em nossas próprias tentações e lutas?

A tentação de fazer o papel de Deus pode ser mais sutil do que imaginamos. Quando julgamos os motivos dos outros, quando assumimos as prerrogativas que não nos pertencem, quando tentamos controlar os outros de maneira inadequada, não estamos, em nosso próprio método, buscando assumir o papel de Deus?


Christon Choo – Cingapura, República de Cingapura

Ao convidar o amigo para estar na igreja no dia 16, chame-o para almoçar em sua casa.

2º Trimestre Lição Adultos Da Glória ao Pó 06/04/011

Quarta



Desejando ser Deus


“Permanecias no monte santo de Deus, no brilho das pedras andavas” (Ez 28:14).

Ezequiel usou uma figura de linguagem que representa a localização do governo de Deus ou do próprio Céu. Quando Ezequiel descreveu Lúcifer no monte de Deus, suas palavras mostraram a alta posição que Deus deu a esse ser criado e os privilégios que lhe foram concedidos. Outros exemplos na Bíblia indicam que uma experiência na montanha tinha grande significado. Por exemplo, Moisés subiu ao monte para se encontrar com Deus (Êx 19:20); Jesus e três de Seus discípulos se reuniram em uma alta montanha, onde Jesus foi transfigurado (Mt 17:1, 2).

“No brilho das pedras andavas” (Ez 28:14). Nesse verso novamente o profeta Ezequiel usa um simbolismo para indicar a presença de Deus: “pedras afogueadas”. O Senhor apareceu a Moisés, Arão e os outros líderes desta forma: “E viram o Deus de Israel, sob cujos pés havia uma como pavimentação de pedra de safira, que se parecia com o céu na sua claridade” (Êx 24:10).

Apesar de todos os privilégios de Lúcifer, ele permitiu que maus pensamentos entrassem e corrompessem sua mente, pensamentos que finalmente levaram a ações, à rebelião e à ruína.

6. Isaías 14:12-14 traz outra descrição da queda de Lúcifer. Que princípios estão em jogo ali, e o que podemos aprender com eles, para aplicar em nossas próprias tentações e lutas?

Os antigos romanos geralmente acreditavam que, quando um imperador morria, tornava-se uma divindade, o que explica as palavras de Vespasiano ao morrer: “Oh, meu Deus, acho que estou me tornando um deus”.

A tentação de fazer o papel de Deus pode ser mais sutil do que a maioria das pessoas imagina. Quando julgamos os motivos dos outros, quando assumimos as prerrogativas que não nos pertencem, quando tentamos controlar os outros de maneira inadequada, não estamos, em nosso próprio método, buscando assumir o papel de Deus?

Pense mais sobre o perigo que corremos, de buscar formas sutis que nos coloquem na posição de Deus. Como você pode ter feito a mesma coisa? Qual é, realmente, o único remédio para esse engano perigoso, mas muitas vezes sutil?

Já que vai convidar o amigo para estar na igreja no dia 16, por que não levá-lo para almoçar em sua casa? Convide-o!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Inspiração Juvenil Qual é o seu Animal Predileto? 05/04/2011

terça 5 de abril


Qual é o seu Animal Predileto?


Os bons cuidam bem dos seus animais, porém o coração dos maus é cruel. Provérbios 12:10

Meu animal preferido, sem dúvida, é o cachorro; pelo menos enquanto não posso me aproximar de outros animais como o leão, a onça-pintada, o urso panda e o polar. Mas confesso que, lendo sobre animais, fiquei encantado com o elefante.

O elefante pode parecer meio feio à primeira vista, mas ele é impressionante! Você sabia que os elefantes são os maiores animais terrestres do mundo? Eles podem viver de 100 a 120 anos, pesam até 12 toneladas e comem cerca de 150 kg de alimentos por dia. Também pela tromba, os elefantes tomam até 14 litros de água de cada vez. Não é impressionante? Do jeito que ele come, só podia mesmo ser o maior animal terrestre do mundo!

Recebi em meu e-mail coisas que podemos aprender com outras lindas criaturas de Deus. Veja só:

• Abelhas: coletivismo e constância no trabalho.
• Cão: fidelidade e amizade.
• Formiga: trabalho e esforço.
• Ovelha: mansidão e fraternidade.
• Mosquito: persistência.
• Gato: limpeza, prudência e vigilância.
• Golfinho: simpatia, inteligência e afetividade.

É incrível como criaturinhas tão pequenas ou grandes criaturas podem nos ajudar! As lições que extraímos da natureza nos ajudam a ser melhores a cada dia. O mais bonito é que isso não é por acaso. Quando Deus criou todos os seres vivos lá no Éden, Ele já sabia que aprenderíamos com eles! Na próxima vez em que você olhar um animal pequenino ou um animal grandão, procure saber quais são as lições que você pode aprender. Mas cuidado! Não dá para comer como o elefante!

Meditação da Mulher Tome Conta do meu Bebê 05/04/2011

5 de abril terça


Tome Conta do meu Bebê


Pode haver muitas boas esposas neste mundo mas eu tenho certeza que nenhuma delas é melhor que você. Provérbios 31:29, BV

Minha mãe havia morrido. Depois de uma semana de extrema tristeza e estresse, retornei para o trabalho, sentindo pena de mim mesma e expressando esses sentimentos à minha amiga, Yer. “Pobre, coitada de mim! Mamãe está morta, meu pai já morreu e agora sou órfã.” Yer ouviu atentamente e depois disse: – Sim, é terrível ficar sem mãe. Eu simplesmente gostaria de ter conhecido minha mãe.

Olhei rapidamente para minha amiga asiática. – Você foi adotada? – Não – respondeu ela. – Minha mãe morreu quando eu tinha um ano de idade. Então, não cheguei a conhecê-la. – Imediatamente me senti abençoada, porque tive minha mãe por 45 anos e agora Yer me dizia que ela nem chegara a conhecer a dela. Perguntei-lhe como aquilo acontecera.

“Quando eu tinha um ano de idade, morava no Laos com meus pais e irmãs mais velhas. Os comunistas controlavam o país, e eles vieram e colocaram minas na região. Minha mãe e minha irmã de 16 anos estavam limpando o matagal num campo próximo, sem saber que uma granada fora escondida num dos galhos. Minha irmã passou a machete com força na moita e a granada explodiu, lançando estilhaços em todas as direções. Minha irmã foi atingida na perna, imediatamente caiu e começou a sangrar. Minha mãe, que também fora atingida, preocupou-se apenas com minha irmã, e ergueu-a para voltar para casa. Mamãe a havia carregado por uns 800 metros, quando meu pai as encontrou. Mamãe morreu logo depois, e suas últimas palavras foram: ‘Tome conta do meu bebê.’ Foi por isso que não cheguei a conhecer minha mãe.”

Não consegui tirar essa triste história da minha cabeça. Então, me ocorreu: Yer pode não ter conhecido sua mãe pessoalmente, mas a conheceu pelo caráter e por seus atos. Sua mãe era uma mulher amorosa, carinhosa, que deu a vida para salvar a vida de sua filha.

Contei a Yer os meus pensamentos e disse: “Algum dia você a conhecerá, quando Jesus voltar e nos levar para o Céu. Não aconteceu algo semelhante com nosso Pai? Quando Ele morreu em nosso favor, nós fomos o último pensamento da Sua mente.” Com certeza, a mãe de Yer tinha o amor de Jesus no coração.

Charlotte Robinson e Yer Moua

Meditção Diaria Restaurando os que Caíram 05/04/011

5 de abrilTerça


Restaurando os que Caíram


Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais, deverão restaurá-lo com mansidão. Gálatas 6:1

Uma das mais bonitas modalidades dos jogos de inverno é a patinação artística. Na apresentação, é de tirar o fôlego o salto com vários giros no ar e a aterrissagem. Mas já assisti algumas vezes, quase no fim da demonstração, o salto e... a queda. O que era para terminar em pé, de braços abertos numa demonstração de “fiz tudo direitinho”, não se concretiza.

Os resultados de uma queda não são nada agradáveis, e nada é tão frustrante como cair diante dos outros. Cair sozinho, você disfarça, sacode a poeira e segue caminho. Mas, quando outros nos veem cair, é humilhante.

Como a igreja, como família e comunidade dirigida pelo Espírito, deve tratar aqueles que estiveram ao nosso lado, participaram no mesmo coral, ajudaram no mesmo projeto, e foram afastados de nosso convívio por causa de uma queda?

O mesmo texto em diferentes versões descreve um leque de atitudes positivas em relação àquele que caiu:

“Colocá-lo em pé muito gentilmente” (New English Bible). Quando alguém cai, sua primeira necessidade é se levantar sem ser lembrado de que caiu. “Colocá-lo silenciosamente de volta no caminho, sem nenhum sentimento de superioridade” (Phillips). Não é hora de querer dar uma lição, nem de se mostrar mais santo do que ele. “Deve ser auxiliado a corrigir-se, restaurar-se e reintegrar-se sem nenhuma demonstração de superioridade e com toda gentileza” (Versão Amplificada). Restaurar quer dizer “colocar de volta onde estava”. Tem a mesma conotação de colocar um osso deslocado no lugar.

“Restaurá-lo magnanimamente, ficando com você os comentários críticos” (The Message). Mostrar tato e simpatia, selecionando cuidadosamente as palavras, e persuadir a pessoa para que volte ao caminho.

Somos aqueles que estendem a mão e ajudam a limpar as feridas? Colocamos uma tala ou curativo e dizemos: “Vamos tentar de novo”? Depois do escorregão, oferecemos o ombro para ajudar o outro a se levantar?

Aquele que é poderoso para nos guardar de tropeçar e cair está nos convidando hoje para receber Sua graça e restaurar os caídos.