sexta-feira, 1 de abril de 2011

2º Trimestre Lição Adultos Da Glória ao Pó 03/04/011

Domingo



O Criador de tudo


O Nosso Deus é o Criador. João 1:1-3 deixa claro que tudo que foi criado, ou seja, tudo que antes não existia, mas passou a existir, surgiu unicamente pela ação do Senhor.

1. Certa vez, alguém perguntou: “Por que há algo em lugar do nada?” Talvez essa seja a mais básica de todas as perguntas que já foram feitas. Como João 1:1-3 responde a essa pergunta?

Essa ideia é igualmente interessante à luz do que é conhecido como a Teoria do Big Bang, que ensina que nosso Universo, em vez de ser eterno, como muitos acreditaram durante milênios, passou a existir bilhões de anos atrás. Quer a teoria se verifique verdadeira ou falsa, muitos a têm visto como evidência de um Deus, um Criador, porque muita ciência, muita física, e muitas equações matemáticas foram necessárias para que o Big Bang houvesse ocorrido. E, como um cientista perguntou: “Quem soprou fogo nas equações?” Nós sabemos a resposta, não é mesmo?

Agora, os cientistas especulam também que há imensas áreas inteiramente fora da nossa visão, as quais são preenchidas com o que se chama de matéria escura e energia escura. O que isso deveria nos dizer, no mínimo, é que somos muito limitados em nossa visão do que realmente está lá fora.

2. Leia Colossenses 1:16, 17. O que mais e quem mais Jesus criou que, pelo menos na maior parte, estão além do que podemos ver a cada dia? Que lições devemos tirar disso sobre quanto precisamos ser humildes em relação ao nosso conhecimento da realidade?

Observe também naqueles versos que, não somente todas essas coisas foram criadas por Deus, elas também foram criadas “para Ele”. O que isso poderia significar? Como podemos entender isso? O que deve significar para nós saber que também fomos criados “para Ele”?

Faça uma lista de amigos pelos quais você continuará orando. Deixe-a em lugar visível.

2º Trimestre Lição Adultos Da Glória ao Pó 02/04/011

Lição 2




Da glória ao pó


Casa Publicadora Brasileira – Lição 222011



Sábado à tarde
Ano Bíblico: 2Sm 5-7

VERSO PARA MEMORIZAR: “Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniquidade em ti” (Ez 28:15).

Leitura para o estudo desta semana: Jo 1:1-3; Cl 1:16, 17; Ez 28:12-19, Dt 8:1-18; Is 14:12-14; 2Co 11:14

O verso para memorizar desta semana deve ser um dos mais profundos em toda a revelação. Duas palavras cruciais se destacam: perfeito e iniquidade, com a última (iniquidade) incluída na primeira (perfeito). Isso significa que, contido na ideia de ser perfeito, de ter perfeição (mesmo no Céu!), estava o potencial para a iniquidade. Como a maldade poderia ser encontrada em um ser criado “perfeito”, a menos que a perfeição possibilitasse isso? A iniquidade não poderia surgir em um ser criado perfeito, a não ser que o fato de ser “perfeito” incluísse essa possibilidade, o que obviamente aconteceu.

O que esse texto mostra é que, no Universo de Deus, o conceito de “perfeito” inclui liberdade moral, a capacidade de escolher entre o certo e o errado. Se não fosse assim, como a humanidade ainda poderia ser moral e livre? Uma empresa pode ser capaz de configurar programas que bloqueiam os funcionários de acessar pornografia, jogos de azar ou outros sites imorais na Internet, mas ninguém chamaria o programa em si de “moral” ou “livre”.

O que temos, então, é um ser, Lúcifer, tão altamente exaltado, que mesmo suas vestes e sua cobertura receberam atenção especial nas Escrituras, porém ele abusou da sua liberdade e se afastou do Senhor. O que podemos aprender de seu erro trágico?

Seja um “Amigo da Esperança”! Ore por amigos que ainda não conhecem Jesus.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Meditção Diaria O Toque de Jesus 31/03/011

31 de março quinta


                                                                     O Toque de Jesus



               Tomando-a pela mão, a febre a deixou, e ela se levantou e começou a servi-Lo. Mateus 8:15, NVI



Entre os pacientes que visitei como capelã do hospital naquela manhã, descobri um pastor da minha denominação. Enquanto viajava em férias com a família, seu carro havia derrapado numa poça de óleo e colidido com um caminhão. Uma filha adotiva não sobrevivera; a esposa estava internada em outro hospital, com costelas quebradas, e ele tinha fraturas na face e nas pernas. Passei a visitá-lo diariamente; orávamos e estudávamos a Bíblia juntos.
Após várias semanas de tratamento, ele contraiu uma infecção por estafilococo, e o médico lhe informou que talvez precisasse permanecer mais tempo no hospital. Agora, quando o visitava, era necessário que eu usasse máscara e jaleco. A depressão tomou conta dele, e um dia o descobri chorando. Havia acabado de falar com o filhinho por telefone, e queria estar com a família. Mas a febre não cedia. Após ouvir suas preocupações, contei que meu marido também era pastor, e que às vezes é necessário que ele ouça outras pessoas. Abri a Bíblia em Mateus 8:14, 15, e li a história da cura da sogra de Pedro, que também sofria com uma febre até que Jesus a tocou. Naquele exato momento a febre se foi, e ela começou a servir ao Senhor.
O poder do toque é tremendo; diminui a ansiedade, gera esperança e facilita a cura. Toquei a mão do pastor e oramos para que Jesus o tocasse e curasse, de acordo com Sua vontade. Na manhã seguinte, bati à porta e entrei no quarto, com expectativa. Para meu alívio, encontrei o pastor sorrindo e livre da febre. Contou-me que, enquanto orávamos, ele sentira um calafrio percorrendo todo o corpo, e creu que Jesus o havia curado. Depois de apenas dois dias mais de internação, o pastor recebeu alta e pôde voltar para casa.
Muitas pessoas, neste mundo, estão doentes, desanimadas e sofrem de febre espiritual. Têm grande necessidade do toque de Jesus para curar seus traumas, feridas íntimas não resolvidas e mesmo pecados. Lembre-se, a oração move a mão de Jesus, tocando sua vida e fortalecendo-a física, psicológica e espiritualmente. Então, você poderá se levantar e começar a servi-Lo.


Ana Maria Calcidoni Käfler

2º Trimestre Lição Jovem Tecido Celestial 01/04/011

Sexta, 1º de abril

A vida não é justa!



Uma estudante observou que havia recebido uma nota injusta num trabalho. Porque o professor deu a ela uma nota muito baixa num relatório, sua média geral estava muito baixa para classificá-la num nível de premiação escolar com o qual ela sonhava. Ao escutar suas inúmeras reclamações sobre a injustiça cometida pelo professor, sobre as condições da classe, as exigências para a bolsa de estudo, e de sua vida neste momento, eu tive que me esforçar para parar de perguntar-me, “O que é realmente justo?” O que essa palavra significa no contexto da minha vida? Era justo eu ter que escutar esta estudante enquanto em minha mesa havia uma pilha enorme de trabalho? Era justo que meu carro tivesse uma rachadura no parabrisa? Era justo que meu lanche preferido me causasse azia? Enquanto é óbvio que tão pouco na vida é considerado “justo”, por que é que nós sempre parecemos querer exigir justiça?


Então, aqui está a resposta para a pergunta: O que é justo? Nada! A vida não é justa, e graças a Deus por isso. O verso áureo para esta semana diz tudo, “Como são felizes aqueles que têm suas transgressões perdoadas, cujos pecados são apagados!” (Rm 4:7). Sem esse perdão, nós teríamos que sofrer o que é justo e merecido. Sem esse manto da justiça que nos envolve quando buscamos o perdão, estaríamos sujeitos às consequências do pecado. Portanto, nós somos verdadeiramente abençoados por a vida não ser justa.


Em Apocalipse 7, João descreve uma cena que consiste numa multidão de pessoas, todas usando vestes brancas, em pé, em frente ao Cordeiro. Elas são aquelas que passaram por grande tribulação e tiveram suas vestes alvejadas no sangue do Cordeiro. Que visão gloriosa! Se você não leu recentemente este capítulo do Apocalipse, leia-o agora. Você pode visualizar todos aqueles que foram perdoados e cobertos com suas lindas vestes brancas. E como cereja no topo, você ainda pode reivindicar a promessa no final – Ele não somente nos conduzirá às fontes de água viva, mas Ele enxugará toda lágrima.


Mãos à obra

1. Leia um artigo na internet sobre teares e como o tecido é fabricado. Depois, medite em como Deus e Cristo “tecem” nossas vestes de justiça. Qual foi o Seu “tear”? Que “tecido” Eles usaram? Que preço foi pago por esse trabalho?
2. Adapte Isaías 61:10 para música.
3. Pense nas marcas de roupas e o que elas representam. Crie uma etiqueta para a veste de justiça que Cristo deu a você.
7. Pesquise o que é necessário para ser um estilista de moda. Compare suas descobertas com o que custou para Deus e Cristo “desenharem” o Seu manto da justiça.

2º Trimestre Lição Jovem Tecido Celestial 31/03/011

Quinta, 31 de março

Libere o caminho



À medida que caminhamos pela vida, incessantemente nos confrontamos com confusão e com estímulos desnecessários. Esses conceitos e ideias que são gerados pelo mundo e na mente de quase todos nós pode envenenar a experiência religiosa de uma pessoa. O opositor de Deus deseja nada mais do que transformar nossa vida espiritual em confusão e frustração. Com inumeráveis regras e regulamentos colocados em frente ao crente com o intuito de alcançar a vida eterna, é surpreendente que muitos mais não tenham caído do caminho da justiça. Felizmente, Deus nos concedeu uma simples e poderosa solução – um manto de salvação que está distante apenas a uma única decisão de ser colocado sobre os nossos ombros. Como você receber a salvação? Aqui estão apenas alguns passos:


Aceite a Deus como seu Salvador pessoal. A decisão básica para receber a vida eterna é a mais importante que você fará em toda a sua vida. Este simples, porém espetacular fato, pode ser encontrado por toda a Bíblia. “Não por causa de atos de justiça por nós praticados, mas devido à Sua misericórdia, Ele nos salvou” (Tt 3:5). O Deus dos cristãos é de graça infinita, perdão, compreensão e compaixão. Uma vez que Cristo tenha colocado Seu manto da justiça sobre nós, a salvação é nossa, a menos que a rejeitemos. Nossa caminhada diária, com provas e transgressões se torna, a partir do momento em que fomos salvos, uma régua métrica, não para nossa entrada no Céu, mas para nossa qualidade de vida.


Divida seu manto recém-descoberto com outros. Uma vez que você tenha sido coberto e enriquecido com o manto espiritual da salvação, a próxima tarefa será repartir a misericórdia e o poder de Deus com os demais. Ore pedindo orientação para saber como revelar a Palavra de Deus a outros. É importante não ser critico ou condescendente. A melhor maneira de cativar a atenção daqueles a quem você está tentando alcançar é através de ações, não por sermões. Mantenha a mente aberta e aguarde para receber algumas lições ao longo do caminho. Inúmeras vezes em toda a Bíblia, Deus tem usado mais eficazmente aqueles que estão fracos na fé. A melhor maneira de cativar a atenção daqueles a quem você está tentando alcançar é através de ações, não por sermões.


Mãos à Bíblia

6. Como Paulo expressa a grande verdade da salvação pela fé e o que isso significa na vida de uma pessoa salva? Fp 3:3-16

7. Que tipos de restrições excessivas você colocou nos portões do Céu?

8. Como podemos compartilhar a graça de Deus sem sermos críticos?

2º Trimestre Lição Adultos No Tear do Céu 01/04/011

Sexta
Ano Bíblico: 2Sm 1–4


Estudo adicional


Leia de Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 88, 89: “O Processo de Prova”; Obreiros Evangélicos, p. 161: “A Justiça pela fé”; Caminho a Cristo, p. 49-55: “Um Direito Seu”.

“A lei requer justiça – vida justa, caráter perfeito; e isso o homem não tem para dar. Não pode satisfazer as reivindicações da santa lei divina. Mas Cristo, vindo à Terra como homem, viveu vida santa e desenvolveu caráter perfeito. Estes oferece Ele como dom gratuito a todos quantos o queiram receber. Sua vida substitui a dos homens. Assim obtêm remissão de pecados passados, mediante a paciência de Deus. Mais que isso, Cristo lhes comunica os atributos divinos. Forma o caráter humano segundo a semelhança do caráter de Deus, uma esplêndida estrutura de força e beleza espirituais. Assim, a própria justiça da lei se cumpre no crente em Cristo. Deus pode ser “justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus” (Rm 3:26; Ellen G. White, (O Desejado de Todas as Nações, p. 762).

Perguntas para reflexão:
1. Leia novamente a citação de Ellen G. White na lição de sábado. Escreva uma paráfrase do que ela está dizendo, e leve para a classe no sábado. Ouça a versão de cada colega e compartilhe a sua própria. Destaque os pontos principais.
2. Quando usamos o manto da justiça de Cristo, nós “que... contemplamos a glória do Senhor, segundo a Sua imagem estamos sendo transformados com glória cada vez maior” (2Co 3:18, NVI). Descreva o que significa contemplar “a glória do Senhor”.
3. Ao longo dos anos, alguns membros da igreja têm lutado com a questão da segurança de salvação. Como devemos entender o que significa ter segurança? Onde essa segurança deve ser encontrada? Como a imagem do manto de justiça tecido “no tear do Céu”, sem um único filamento de fabricação humana, nos ajuda a entender de onde pode vir nossa segurança? Como podemos saber que não estamos sendo presunçosos, se temos essa segurança?


2º Trimestre Lição Adultos No Tear do Céu 31/03/011

Quinta



Graça barata e legalismo


Em toda a Bíblia, os escritores inspirados enfatizam a necessidade de obediência. Pensar que não importa o que fazemos, desde que Cristo esteja em nosso coração, é um engano. Se Cristo realmente vive em nosso coração, boas ações devem, necessariamente, ser o resultado. Ao mesmo tempo, não é menos fatal pensar que podemos ser salvos pelas nossas próprias obras de obediência.

Paulo escreveu um relatório impressionante de sua vida, realizações e linhagem, antes de conhecer Jesus: ele foi circuncidado ao oitavo dia, era descendente de Israel, era fariseu, tinha zelo e era irrepreensível. Isso demonstra legalismo. Após sua conversão, ele chamou essas coisas de lixo, comparadas com o conhecimento de Cristo. Ele obteve justiça ao aceitar o manto da justiça de Cristo e queria se tornar como Ele.


6. Leia Filipenses 3:3-16. Como Paulo expressa a grande verdade da salvação pela fé e o que isso significa na vida de uma pessoa salva?

Teologicamente, temos que fazer a diferença entre a justiça imputada de Cristo – a justiça que nos justifica – e a obra que o Espírito Santo faz em nós para nos transformar. Mas nunca devemos separá-las no contexto do que significa ser cristão. Precisamos das duas. Ter a primeira sem a segunda é como ter uma moeda com apenas um lado. Isso não existe.

A compreensão de que a obediência vem como um dom nos livra de duas valas: graça barata e legalismo. Primeiro, acreditaremos na importância de obedecer e, segundo, nossa obediência não será meritória, pois a teremos recebido como um dom. Somos tão dependentes de Cristo para obedecer à lei e ser santificados como somos para ser justificados e perdoados diante de Deus. O Senhor está mais do que disposto; Ele está ansioso, não só para nos justificar, mas para nos dar a vitória sobre o pecado e o eu. Como sempre, nossa vontade continua sendo o fator imprevisível: Quão dispostos estamos a Lhe entregar nosso eu, diariamente, “para O conhecer, e o poder da Sua ressurreição, e a comunhão dos Seus sofrimentos, conformando-[nos] com Ele na Sua morte” (Fp 3:10)?


Leia novamente o texto para hoje. Onde você vê a realidade do livre-arbítrio humano? Qual foi a intenção de Paulo no verso 16, ao pedir que “andemos de acordo com o que já alcançamos”? Que escolhas podemos fazer para possibilitar essa prática?