terça-feira, 5 de abril de 2011

Meditação da Mulher Tome Conta do meu Bebê 05/04/2011

5 de abril terça


Tome Conta do meu Bebê


Pode haver muitas boas esposas neste mundo mas eu tenho certeza que nenhuma delas é melhor que você. Provérbios 31:29, BV

Minha mãe havia morrido. Depois de uma semana de extrema tristeza e estresse, retornei para o trabalho, sentindo pena de mim mesma e expressando esses sentimentos à minha amiga, Yer. “Pobre, coitada de mim! Mamãe está morta, meu pai já morreu e agora sou órfã.” Yer ouviu atentamente e depois disse: – Sim, é terrível ficar sem mãe. Eu simplesmente gostaria de ter conhecido minha mãe.

Olhei rapidamente para minha amiga asiática. – Você foi adotada? – Não – respondeu ela. – Minha mãe morreu quando eu tinha um ano de idade. Então, não cheguei a conhecê-la. – Imediatamente me senti abençoada, porque tive minha mãe por 45 anos e agora Yer me dizia que ela nem chegara a conhecer a dela. Perguntei-lhe como aquilo acontecera.

“Quando eu tinha um ano de idade, morava no Laos com meus pais e irmãs mais velhas. Os comunistas controlavam o país, e eles vieram e colocaram minas na região. Minha mãe e minha irmã de 16 anos estavam limpando o matagal num campo próximo, sem saber que uma granada fora escondida num dos galhos. Minha irmã passou a machete com força na moita e a granada explodiu, lançando estilhaços em todas as direções. Minha irmã foi atingida na perna, imediatamente caiu e começou a sangrar. Minha mãe, que também fora atingida, preocupou-se apenas com minha irmã, e ergueu-a para voltar para casa. Mamãe a havia carregado por uns 800 metros, quando meu pai as encontrou. Mamãe morreu logo depois, e suas últimas palavras foram: ‘Tome conta do meu bebê.’ Foi por isso que não cheguei a conhecer minha mãe.”

Não consegui tirar essa triste história da minha cabeça. Então, me ocorreu: Yer pode não ter conhecido sua mãe pessoalmente, mas a conheceu pelo caráter e por seus atos. Sua mãe era uma mulher amorosa, carinhosa, que deu a vida para salvar a vida de sua filha.

Contei a Yer os meus pensamentos e disse: “Algum dia você a conhecerá, quando Jesus voltar e nos levar para o Céu. Não aconteceu algo semelhante com nosso Pai? Quando Ele morreu em nosso favor, nós fomos o último pensamento da Sua mente.” Com certeza, a mãe de Yer tinha o amor de Jesus no coração.

Charlotte Robinson e Yer Moua

Meditção Diaria Restaurando os que Caíram 05/04/011

5 de abrilTerça


Restaurando os que Caíram


Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais, deverão restaurá-lo com mansidão. Gálatas 6:1

Uma das mais bonitas modalidades dos jogos de inverno é a patinação artística. Na apresentação, é de tirar o fôlego o salto com vários giros no ar e a aterrissagem. Mas já assisti algumas vezes, quase no fim da demonstração, o salto e... a queda. O que era para terminar em pé, de braços abertos numa demonstração de “fiz tudo direitinho”, não se concretiza.

Os resultados de uma queda não são nada agradáveis, e nada é tão frustrante como cair diante dos outros. Cair sozinho, você disfarça, sacode a poeira e segue caminho. Mas, quando outros nos veem cair, é humilhante.

Como a igreja, como família e comunidade dirigida pelo Espírito, deve tratar aqueles que estiveram ao nosso lado, participaram no mesmo coral, ajudaram no mesmo projeto, e foram afastados de nosso convívio por causa de uma queda?

O mesmo texto em diferentes versões descreve um leque de atitudes positivas em relação àquele que caiu:

“Colocá-lo em pé muito gentilmente” (New English Bible). Quando alguém cai, sua primeira necessidade é se levantar sem ser lembrado de que caiu. “Colocá-lo silenciosamente de volta no caminho, sem nenhum sentimento de superioridade” (Phillips). Não é hora de querer dar uma lição, nem de se mostrar mais santo do que ele. “Deve ser auxiliado a corrigir-se, restaurar-se e reintegrar-se sem nenhuma demonstração de superioridade e com toda gentileza” (Versão Amplificada). Restaurar quer dizer “colocar de volta onde estava”. Tem a mesma conotação de colocar um osso deslocado no lugar.

“Restaurá-lo magnanimamente, ficando com você os comentários críticos” (The Message). Mostrar tato e simpatia, selecionando cuidadosamente as palavras, e persuadir a pessoa para que volte ao caminho.

Somos aqueles que estendem a mão e ajudam a limpar as feridas? Colocamos uma tala ou curativo e dizemos: “Vamos tentar de novo”? Depois do escorregão, oferecemos o ombro para ajudar o outro a se levantar?

Aquele que é poderoso para nos guardar de tropeçar e cair está nos convidando hoje para receber Sua graça e restaurar os caídos.

2º Trimestre Lição Jovens De exaltado a caído 05/04/011

Exposição
Terça, 5 de abril

De exaltado a caído



Tudo é realmente de Deus! Em João 1:1-3 e Colossenses 1:15-17, descobrimos que todas as coisas foram criadas através de Cristo. A Bíblia não diz que apenas algumas coisas foram criadas por Ele mas, sim, que “todas” as coisas foram criadas por Ele e que tudo era perfeito. A Bíblia ainda vai mais longe ao afirmar que, “sem Ele, nada do que foi feito se fez” (v. 3, RA). Apesar disso, ao olharmos para o mundo ao nosso redor, enxergamos imperfeição desde o momento em que acordamos e nos olhamos no espelho até a hora em que deitamos novamente para dormir. A imperfeição é gritante em todas as formas de mídia. Como pode ser isso possível se realmente Cristo, o Filho de Deus, criou um mundo perfeito? Para encontrarmos a resposta, precisamos retornar ao começo de tudo.

Imperfeição dentro da perfeição (Is 14:12-14; Ez 28:12-19). Lúcifer era único. A Bíblia se refere a ele como sendo a “estrela da manhã” e o “filho da alvorada” (Is 14:12). A palavra perfeição denota a ausência de defeitos. A descrição de Lúcifer parece se encaixar nessa definição muito bem. Além de se referir a Lúcifer como estrela da manhã e filho da alvorada, a Bíblia também o descreve como cheio de sabedoria e perfeito em beleza e o compara à beleza e perfeição do Jardim do Éden (Ez 28:12-19). Ele “permanecia na luz da presença de Deus. Ele era o mais alto de todos os seres criados e, sobretudo, em revelar os propósitos de Deus para o Universo (The SDA Bible Commentary, v. 4, p. 676).

Deveríamos, no entanto, nos questionar: se Lúcifer era perfeito em todos os sentidos, como o pecado pôde ter encontrado lugar em seu coração? Foi ignorada alguma falha no processo de criação dessa criatura perfeita? Ou a perfeição é diferente para nós em relação ao ponto de vista de Deus? Ezequiel 28:15 nos dá uma ideia do que é perfeição aos olhos de Deus. “Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado” (Ez 28:15, RA). Aqui, a palavra perfeito em hebraico (tamim) não significa uma perfeição sem pecado. Para ser mais exato, ela significa “completo,” “direito” e “são” (The SDA Bible Dictionary, p. 840.) A forma grega teleios significa “completo,” “adulto” e “maduro”. Também precisamos levar em conta o conceito do livre-arbítrio. Deus não criou os seres humanos nem os anjos, incluindo Lúcifer, para serem robôs. O Criador concedeu a eles e a nós a liberdade de escolher entre o certo e o errado. Por isso, o que Ezequiel 28:15 nos mostra é que, no Universo de Deus, o conceito de “perfeito” inclui a habilidade de escolher entre o certo e o errado. Sem esse poder de escolha, a humanidade e os anjos não seriam moralmente livres.

Em sua perfeição, Lúcifer permitiu que seu orgulho se sobrepusesse ao seu amor pelo Criador. O líder da adoração celestial queria ser adorado. Queria tomar o lugar do Altíssimo. Essa vaidade se tornou uma obsessão que não poderia ser saciada por seu próprio cargo, beleza, talento ou autoridade. Lúcifer queria mais do que Deus havia tão generosamente lhe dado. Esse desejo o conduziu ao princípio do pecado.

A palavra pecado em hebraico, chatta’ah e, em grego, harmartia, significam ambas “errar (o alvo)” ou “não chegar até” (Ibid, p. 1018.) Lúcifer errou o alvo quando deixou de viver o plano de Deus para ele. Errou o alvo quando questionou a posição na qual Deus o havia colocado. Porque Lúcifer escolheu andar fora dos planos de Deus, deu início ao que agora chamamos de pecado. Porque ele pecou, tentou Adão e Eva. E porque Adão e Eva pecaram, nós também somos pecadores.

Reconstruindo a ponte (Dt 8:1-18; Ec 12:13; Jo 3:16, 17). Por causa de Sua graça, Deus colocou em ação o plano da salvação. Apesar do fato de sermos imperfeitos e estarmos separados dEle por causa do pecado, o sangue de Jesus cobre a todos aqueles que aceitam Sua morte em seu favor. Dessa forma, os seres humanos podem novamente se tornar perfeitos aos olhos de Deus. Assim, os crentes podem estar onde Deus deseja que eles estejam: em Sua presença, cobertos por Sua graça.

A Bíblia narra o plano da salvação – o plano de Deus para reparar a separação que o pecado causou e para nos alcançar exatamente onde estamos: no extremo oposto dessa ponte. João 3:16 e 17 nos afirma que, por causa de Seu grande amor por nós, Deus enviou Seu filho para nos redimir. Segundo Eclesiastes 12:13, nosso dever é temer a Deus e obedecer aos Seus mandamentos. Deuteronômio 8:1-18 nos relembra que amar a Deus e escolher ser obediente aos Seus mandamentos nos traz uma vida melhor na Terra, além da vida eterna.

Pense nisto

1. Lúcifer quis mais. Quando querer mais é pecado e quando não é?

2. O orgulho de Lúcifer foi sua ruína. Mesmo assim, nós inocentemente falamos sobre nos orgulharmos de nosso trabalho. Quando o orgulho pode se tornar pecado?

3. Baseado na lição de hoje, como você descreveria a “roupa” do orgulho? De que “material” ela é feita?


Mãos à Bíblia

Se Lúcifer era perfeito em todos os sentidos, como o pecado pôde ter encontrado lugar em seu coração?

3. Leia Deuteronômio 8:1-18. Que princípio encontramos ali, que se refletiu no que aconteceu com Lúcifer?



Convide um amigo para ir à igreja no dia 16. Disponha-se a buscá-lo em casa.

2º Trimestre Lição Adultos Da Glória ao Pó 05/04/011

Terça



A queda de um ser perfeito


Por mais difícil que seja para nós, com nossa visão limitada da realidade, imaginar isso, Lúcifer deve ter sido um ser de aparência incrível. Veja novamente a descrição dele em Ezequiel 28: sábio, formoso, vestido com todas aquelas pedras majestosas. Sua aparência era impressionante!

Se olharmos atentamente para Ezequiel 28:13, podemos notar um ponto interessante. Depois de falar de todos os ornamentos que estavam em seu manto, o texto diz: “No dia em que foste criado, foram eles preparados”. O aspecto do revestimento e das vestes de Lúcifer simplesmente refletia sua posição exaltada. Como veremos ao longo deste trimestre, as roupas podem revelar muita coisa sobre nossa condição e posição. Assim, se o vestuário de Lúcifer sugeria alguma coisa, era o fato de que ele era um ser exaltado e encantador, poderoso e influente.

4. De acordo com Ezequiel 28:17, o que ocasionou a queda de Lúcifer? Que mensagem importante o texto traz para nós?

A ironia de tudo isso é que, por mais maravilhosos que fossem os trajes de Lúcifer, por mais bonita que fosse sua pessoa, por mais sábio que fosse ele, de onde provinha tudo isso? É claro, tudo que Lúcifer tinha, tudo que ele havia alcançado, e as maravilhosas “vestes” que o revestiam, tudo isso era proveniente unicamente de Deus. Mais uma vez, estamos falando de um ser criado: seu manto, sua beleza e sua sabedoria eram todos dons de Deus. Sem o Senhor, ele não teria possuído nada e não haveria sido nada. No entanto, de algum modo, o ser que viveu mais perto de Deus se esqueceu desse ponto importante.

5. Leia Deuteronômio 8:1-18. Que princípio encontramos ali, que se refletiu no que aconteceu com Lúcifer?

Especialmente em tempos de prosperidade e riqueza, como é fácil nos esquecermos de como dependemos do Senhor para tudo. Em termos práticos, o que podemos fazer diariamente para não cair na armadilha de olhar para nossas “vestes maravilhosas” (nossa sabedoria, nosso sucesso e nossa prosperidade, sejam quais forem as formas em que isso aconteça), e esquecer de como dependemos do Senhor para todas as coisas?

Convide um amigo para ir à igreja no dia 16. Disponha-se a buscá-lo em sua casa.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

AMIGOS DA ESPERANÇA!

Escola Sabatina 2 trimestre 2011

ESPECIAL PARA O PROFESSOR.

Ser professor
clip_image002 O professor ensina um pouco por meio do que diz, um pouco mais por meio do que faz, mas muito mais pelo que é.
Ser professor é um dos maiores privilégios que podemos desfrutar, não só pela tarefa em si que realizamos com os alunos, como também porque, ao realizar esta obra, nos vinculamos mais intimamente com o Mestre por excelência, nosso Senhor Jesus Cristo. Para ressaltar este aspecto do ministério de Jesus podemos dizer que ele foi chamado de "Mestre" umas 60 vezes nas escrituras (raboni).
Enquanto esteve na terra, e ao despedir-se dos seus, Ele delegou poder e autoridade a seus seguidores para que continuassem este trabalho... Chegando este convite até cada um de nós.
A docência não é uma tarefa a mais no serviço cristão. Paulo menciona que ela é um dos requisitos que todo líder de igreja deve ter (1 Timóteo 3:2). A Bíblia também fala do dom ou ministério do ensino (Romanos 12:6, Efésios 4:11), dando especial importância à docência entre os demais ministérios.
Como mestres, devemos reconhecer e valorizar a influência que exercemos sobre nossos alunos. Diante deles, você e eu somos representantes de Jesus, e o que eles nos vêem fazer em relação aos outros e a Deus guiará, em grande parte, o destino de suas vidas.
O que se espera que o professor faça?
- Ler e estudar continuamente a Bíblia e outros textos complementares que o ajudem a crescer espiritualmente e, como conseqüência, a ser um melhor professor.
- Preparar sua lição cada semana dedicando o tempo necessário para que o que leia torne-se parte de sua própria vida.
- Estudar sobre as características evolutivas de seus alunos para que ao revisar os temas da classe possa adaptá-los às necessidades concretas deles.
- Chegar a tempo para cada classe e procurar que seus alunos façam o mesmo.
- Orar por seus alunos durante a semana.
- Visitá-los de vez em quando.
- Estimular a relação pessoal professor-aluno, já que esta é fundamental para que a mensagem seja bem recebida (não se trata só do que diz, mas também de quem diz).
clip_image004Como preparar a lição?
- Busque um lugar tranqüilo para estudar.
- Reúna todos os materiais necessários para não interromper o estudo que está realizando.
- Escolha para estudar uma hora do dia na qual sua mente esteja desperta.
- Ponha-se num lugar cômodo, tenha mesa, cadeira, suficiente ar e luz.
- Seja disciplinado. Não espere inspiração para estudar; faça-o como hábito para o Senhor.
- Prepare a lição com tempo. Estudar de última hora não é o ideal porque não nos permite que reflitamos profundamente sobre os conceitos.
- Alterne sua atividade. Leia a porção bíblica, ore pelos alunos, estude mapas e comentários, memorize o texto principal e pratique o uso do material visual ou das ilustrações.
Metas que o professor deve ter:
- Que o aluno aprenda a lição, que a entenda e a aplique.
- Que o aluno guarde as verdades bíblicas em sua mente e coração.
- Que a vida do aluno seja transformada como resultado do ensino.
- Que as necessidades espirituais do aluno encontrem resposta através das lições.
- Que o aluno chegue a ser investigador incansável da Palavra de Deus, buscando sempre aprofundar-se na verdade.
- Que o aluno chegue a tal nível de motivação que também seja um professor para outros.
- Que o aluno se sinta cômodo na classe, que seja parte do grupo.
O professor e sua experiência pessoal com Deus
Não se pode compartilhar experiências que não foram vividas. Teoricamente o professor pode explicar muitas coisas, mas somente pode impactar a vida de seus alunos quando respalda a teoria com experiências pessoais. Paulo podia afirmar: "Eu sei em quem tenho crido" (2 Timóteo 1:22). Essa firme fé no Senhor e sua Palavra deve caracterizar cada professor; não só na classe, diante de seus alunos, mas também cada dia da semana e em qualquer situação ou lugar.
O mais importante na vida do professor não é ensinar e sim aprender, e especialmente aprender de Jesus. É bom que conheça de pedagogia e trate de melhorar seus métodos de ensino, mas o primordial é que aprenda de Jesus, por meio de uma vida de íntima comunhão com Ele. Ele é o Mestre por excelência e, sem dúvida, ninguém nos pode ensinar melhor. Por isso é fundamental que o professor realize um estudo diário, ameno e profundo da Palavra de Deus.
Este estudo da Palavra deve ir lado a lado com a oração, já que por meio dela o professor fala com Deus, mas por meio da leitura da Palavra o professor oferece a Deus uma oportunidade de falar-lhe.
Existem também outras atividades que nos ajudarão a manter-nos fortes espiritualmente.
Alguns exemplos são:
- Vincular-nos de perto com outros irmãos da igreja (especialmente com outros professores) para estimular-nos mutuamente na fé.
- Compartilhar experiências pessoais com nossos alunos durante as classes pode ajudar-nos a estreitar nossa relação com nosso Pai.
- Visitar interessados ou crianças que não estão assistindo à igreja.
- Dar estudos bíblicos.
- Escutar cada sábado o sermão (ainda que seja pela internet).
- Procurar (com a ajuda do Céu) a restauração de nossos vínculos danificados.
- Ler a meditação matinal ou fazer um culto matinal antes de iniciar sua jornada diária (o ideal é participar do seminário das quarenta madrugadas para experimentar especiais encontros diários com nosso Deus).
- Fazer uma lista de oração com os nomes dos alunos de sua classe e orar por eles e suas famílias todas as semanas.